domingo, 15 de outubro de 2017

Programação nas escolas - Espetáculos

19/10
Bichos, Cantos e Encantos
Jahari Produções Artísticas


 
 
Sinopse:
Os bichos guardam mistérios que revelam muito sobre nós mesmos... E guardam num canto tão bonito de nosso coração, que só podemos nos encantar com seus falares, sons, movimentos e... cantos. E sem contar com gente que vira bicho, bicho que parece gente!
"Bichos, Cantos e Encantos" reúne histórias da tradição oral de povos indígenas e povos africanos, além de um belo conto de autor com temática indígena. Uma história cantada e algumas canções que despertam o imaginário infantil e permite que as crianças vejam os bichos que guardam em si.

Ficha técnica:
Concepção, adaptação e interpretação, e concepção de canções: Toni Edson

Duração:
45 minutos

O Artista:
Toni Edson é ator, dramaturgo, diretor, compositor e contador de histórias, doutorando (Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas / UFBA). Concentra sua pesquisa na contação de história na tradição djeli (Burkina Faso/África Ocidental) aplicada ao teatro de rua brasileiro. É membro fundador da Trupe Popular Parrua e do Grupo IWÁ e fez parte dos grupos Africatarina, Cachola no Caixote. Além de assumir diversas disciplinas voltadas para o teatro de rua e a contação de histórias, em cursos de graduação em artes cênicas em Santa Catarina, ministrou curso e oficinas como: Lendas Brasileiras para Contar e Cantar; Iniciação ao Teatro de Rua; Curso de Formação de Contadores de Histórias; Performatização Coletiva de Contos Africanos e Oficina Afro-contos; Oficina de Abayomis.

Curiosidade:
Toni é um sergipano que cresceu aproveitando e apreciando as manifestações de cultura popular. Começou a “bulir” com teatro aos 11 anos e a primeira esquete que escreveu (dirigida coletivamente e na qual atuou) possuía uma paródia de uma música de Luiz Gonzaga e um forte apelo ecológico. Aprendeu a fazer muita coisa em teatro, vendo e fazendo, e nossa cultura teatro-musical sempre encantou. O encanto pelo teatro popular, pela contação de histórias tradicionais e especificamente, o teatro feito na rua, foi crescendo durante sua graduação em Artes Cênicas, na UDESC.

 
Serviço:
O espetáculo Bichos, Cantos e Encantos se apresenta nesta quinta-feira, 19 de outubro, na Escola Municipal Padre Brandão Lima, no Bairro do Pinheiro, às 16h, para crianças do 1º ano 5º ano do Ensino Fundamental 1.

Programação nas escolas - Espetáculos

18/10
Afojubá - Presença
Grupo de Dança Afojubá




Sinopse:
A apresentação se inicia com a apresentação da percussão e, em seguida, segue com as coreografias e canto.

Ficha técnica:
Coreógrafo: clemente soares da silva.
Dançarinos:
Maria do Rosário de Souza
Luiz Eduardo da Silva Filho
Jairon Gomes dos Santos
Ana Carla de Moraes da Silva
Edjane dos Santos Oliveira.
Luciano Rodrigues da Silva.
Cantora: Edilza Santos Batista
Percussão:
Sérgio Santana de Freitas
Dalmo Almeida dos Santos
Helenivaldo dos Santos Bispo

Duração:
25 minutos

O grupo:
O Grupo ÁFOJUBÁ nasceu em 2014 do resultado das oficinas realizadas no ponto de cultura ILÚ ORÚM. Realizou apresentações no espaço cultural da UFAL (semana da consciência Negra), Festival de Maculelê no SESC Poço, Giro de Folguedos (calçadão do comércio), Museu Theo Brandão (fórum Mestre Zumba), Festa das águas, participação especial no lançamento do clip do “Povo de Exú”, “Brasil de todos cantos e encantos no sindicato dos bancários, Festival Por do Sol Cultural, Xangô Rezado Alto que já uma tradição em Alagoas.

Curiosidade:
O grupo é composto de dançarinos(as) oriundos da UFAL e do ponto de cultura ILÚ ORÚM.

Serviço:
O espetáculo de dança Afojubá - Presença se apresenta nesta quarta-feira, 18 de outubro, na Escola Municipal Luiz Pedro da Silva I, no bairro Petrópolis, às 19h30, para estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental 1 ao 9º ano do Ensino Fundamental 2.

Programação nas escolas - Espetáculos

18/10
Um Trem de Histórias
Cravo, Contador de Histórias
 
 


 
 
Sinopse:
Cravo, contador de histórias, se inspira nas imagens das quatro estações do ano associando-as a estações de paradas de um trem imaginário; onde transitam quatro histórias do repertório da oralidade popular. A utilização de bonecos será uma recorrência às narrativas. A trilha sonora é composta de tradicionais músicas de domínio público, com improvisações que conduzem todas as narrativas. Os figurinos, adereços e coreografias se completam na composição da espetacularidade de toda cena.
"Um Trem de histórias" é uma proposta de afirmação e consolidação da oralidade popular. Com direção e dramaturgia de Homero Cavalcante, no elenco Arnaldo Ferju e Gidelson Silva fazem uma viagem lúdica e rica em um teatro de vivências populares, dedicado ao público infanto-juvenil.

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Homero Cavalcante
Figurinos e cenário: Arnaldo Ferju e Homero Cavalcante
Plano de luz: Arnaldo Ferju
Arte gráfica: Agélio Novaes
Operador de luz: Abides de Oliveira
Produção: Arnaldo Ferju e Abides de Oliveira
Elenco: Arnaldo Ferju e Gidelson Silva

Duração:
1 hora

O grupo:
Cravo, Contador de Histórias tem dez anos de atuação nas artes cênicas de Alagoas, com trabalhos apresentados em escolas, livrarias, ongs, teatros e espaços diversos. Com o espetáculo Um Trem de Histórias, o grupo participou em 2016 do projeto Quintas no Arena, da Diretoria de Teatros de Alagoas (Diteal), Mostra Arte Primavera, do Centro Cultural Arte Pajuçara, e o Projeto Cultura na Base, da Secretaria de Cultural do Estado de Alagoas (Secult). O grupo é formado por Arnaldo Ferju, que é ator, contador de história, palhaço, recreador, iluminador, figurinista e cenotécnico. Formado pelo Curso Técnico de Formação do Ator (UFAL), atua como ator desde 1999. Participam do grupo, como colaboradores, o diretor e dramaturgo Homero Cavalcante (considerado um dos grandes nomes da arte cênica de Alagoas), o ator e diretor Abides de Oliveira, que desenvolveu durante mais de 10 anos um trabalho de destaque no grupo Joana Gajuru, e Gi Silva, músico e ator alagoano.

Curiosidade:
Arnaldo Ferju tem trabalhos desenvolvidos com diversos artistas e grupos de Alagoas, como ATA, Joana Gajuru, Ivana Iza, Daniela Beny, Homero Cavalcante, Sue Chamuska, Cia Nêga Fulô.

Serviço:
O espetáculo Um Trem de Histórias se apresenta nesta quarta-feira, 18 de outubro, na Escola Municipal Luiz Pedro da Silva IV, no bairro Cidade Universitária, às 16h, para estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental 1.

Programação nas escolas - Espetáculos

17/10
A Mulher Braba
Cia LaCasa




Sinopse:
Com muito humor e leveza, o espetáculo é uma livre adaptação do original “O Moço Que Casou com a Mulher Braba”. O texto original, do século 14, é de autoria do escritor
espanhol Don Juan Manuel e recebeu uma atualização, em 1903, de Alejandro Casona. A Mulher Braba traz a peleja do pai rico em casar a filha, uma moça brava e arredia, que só terá sossego e calma quando cair nas garras do moço, um plebeu de pai pobre. Mas para isto, será preciso muita esperteza, truques, coragem e paciência.

Ficha técnica:
Direção e adaptação: Abides de Oliveira
Direção Musical: Gama Júnior
Letras das canções: Abides de Oliveira
Música do cortejo: Gi Silva
Figurinos, caracterização e maquiagem: Ane Oliva
Produção executiva: Abides de Oliveira e Ane Oliva
Contra-regra: Abides de Oliveira
Designer gráfico: Marcelo Dogat
Fotografias: Bero Carvalho
Músico: Gama Júnior
Elenco: Ane Oliva, Arnaldo Ferju, Gi Silva e Tereza Gonzaga
Realização: Cia LaCasa

Duração:
1 hora

O grupo:
A Cia LaCasa estreou no cenário teatral alagoano em novembro de 2016 com o espetáculo A Mulher Braba, projeto contemplado com o Edital de Fomento à Produção Teatral da Secretaria de Cultura de Alagoas.
É formada por Abides Oliveira, um dos fundadores do grupo Joana Gajuru, no qual desenvolveu um trabalho em teatro até dezembro de 2015, e é diretor e responsável pela dramaturgia do espetáculo A Mulher Braba; Ane Oliva, ex-membro do grupo Joana Gajuru, é atriz, responsável pelo figurino do espetáculo A Mulher Braba e mantém, na Vila ABC, o Instituto Eu Mundaú; Gama Júnior, músico e compositor alagoano, diretor musical de A Mulher Braba; Tereza Gonzaga, atriz e ex-membro do grupo Joana Gajuru, Arnaldo Ferju, ator e contador de história; e, Gi Silva, ator e músico.

Curiosidade:
A estreia da peça A Mulher Braba aconteceu na Vila ABC, em Fernão Velho e já foi apresentada em Maceió, Pilar, Ibateguara e Santa Luzia do Norte. O espetáculo fez parte, em 2016, da programação do Projeto Quinta no Arena, da Diretoria de Teatros de Alagoas (Diteal) e do Projeto Pôr do Sol, da Secretaria de Cultura de Alagoas.

Serviço:
O espetáculo teatral A Mulher Braba se apresenta nesta terça-feira, 17de outubro, na Escola Municipal Pompeu Sarmento, no bairro Barro Duro, às 19h30, para estudantes do EJA.

Programação nas escolas - Oficinas

Escola Municipal Silvestre Péricles (Pontal da Barra)

17, 18 e 19/10
7h às 11h
Público-alvo: estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental 2

Contar Para Não Esquecer Quem Somos - com Bruno Alves e Rayane Wise (Coletivo Volante)

Sobre o Coletivo:
O Coletivo Volante foi oficialmente fundado em janeiro de 2014 pelo ator Bruno Alves durante o processo de montagem do seu primeiro trabalho em diálogo com estudantes de música da Universidade Federal de Alagoas.
Em agosto de 2015, em parceria com a Escola Técnica de Artes – ETA/UFAL e a direção do professor Toni Edson, foram aprovados no Programa de Iniciação Artística da Universidade Federal de Alagoas com o qual em seis meses realizaram oficinas de contação de histórias na Aldeia Wassul-Cocal na cidade de Joaquim Gomes – AL. Das o_cinas resultou a roda de contação de histórias ameríndias “Cocar de Histórias” que se apresentou em espaços alternativos de Maceió e do interior do estado. Tem em seu currículo os espetáculos Volante e Incelença, além da Websérie Texto Ex Machina, parceria com o Estúdio Atroá.
Sobre a Oficina:
A oficina trilha o caminho de vivência na oralidade a partir das histórias pessoais dos participantes. Encontrando nas histórias do cotidiano e na experiência de vida ferramentas para aperfeiçoamento da contação de histórias, utilizando principalmente de técnicas teatrais que possibilitem uma ampliação do universo da contação. O princípio que norteia a ficina é o mesmo de criação do espetáculo “Volante”. Entender a própria história de vida, o contexto em que vive e assim ressignifcar transformando em teatro/contação o universo que cerca cada pessoa. É contar para não esquecer o que se foi, o que se é e o que deseja ser.


18, 19 e 20/10
13h às 17h
Público-alvo: estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental 2

Confecção de Máscaras - com Fernandes Palmeira

Sobre Fernandes:
O Ator/Diretor/Produtor e Arte Educador Fernandes Palmeira, é formado como Ator pela UFAL; Bacharel em Administração Pública pela UNEAL; é Presidente da Cia Teatral Palavras Ditas onde tem produzido e dirigido espetáculos, performances, campanhas institucionais e realizado cursos e oficinas nos últimos dez anos na cidade de São Miguel dos Campos e levado aos principais palcos do Estado de Alagoas e cidades do interior.

Sobre a oficina:
Ao pesquisarmos sobre a história da máscara e suas influências nas mais diversas culturas é possível percebermos que a máscara fez e faz parte da história e do cotidiano de todos os homens. Máscara essa que deve ser entendida não somente como objeto físico, mas como fenômeno psíquico e, principalmente, como um importante símbolo. A máscara é um instrumento mediador que possibilita ao ator na construção de sua personagem para trabalhar no teatro todos os seus aspectos biopsicossociais, enquanto símbolo-persona-objeto. Ao analisarmos a atividade de confecção da máscara, verificamos que esta implica em outras atividades intermediárias como: projeto, corte, recorte, colagem, costura e modelagem, dependendo da técnica escolhida. As máscaras podem ser: esculpidas em madeira, pedra ou vegetais; forjadas em ferro, cobre, ouro e outros metais, confeccionada em papelão, jornal e outros papéis ou modeladas em argila, gesso, papel machê, plastilina e outros tipos de massa. Depois de confeccionadas, as máscaras podem ser pintadas ou ornadas com diferentes materiais como purpurina, penas, conchas, fitas e papéis. Nesta oficina apresentarei diversas técnicas utilizadas para confecção de máscara e executaremos três processos distintos sendo: com papel machê; argila e vinil. Com a apresentação de uma cena utilizando-as ao término da oficina. Em seguida, exposição coletiva. O projeto, de todo o processo de confecção da máscara ou de parte dele, o indivíduo ativa processos cognitivos e emocionais. Idealiza, projeta, antecipa e seleciona entre possibilidades, aceitando algumas e tendo que se desfazer de outras. As atividades intermediárias que compõem o processo de confecção da máscara proporcionam ao ator um vasto campo de técnicas e materiais que ele pode utilizar para trabalhar questões específicas, não só cognitivas e emocionais, mas motoras e sensoriais.

Programação nas escolas - Oficinas

17, 18 e 19/10

Escola Municipal Padre Brandão Lima (Pinheiro)
18h30 às 21h30
Público-alvo: professores

Jogos Teatrais para Educadores: Tecendo Conhecimento - com Louryne Simões

Sobre Louryne:
Graduada em Letras-Português pela Universidade Federal de Alagoas; Professora do ensino fundamental e médio do Estado de Alagoas. Concluiu o Curso de Arte Dramática (ETA-UFAL). É atriz e diretora do Teatro da Poesia. Atuou em peças como “O Pinóquio” e “Sala de ensaio” da ETA. Participou de residências artísticas com outros grupos, como “Coletivo Alfenim” – PB e Clowns de Shakespeare” – RN. No cinema, participou dos curtas alagoanos “Atirou para Matar” e “Copidesque”. No momento atua no espetáculo “A Memória da Flor” e prepara um novo espetáculo “Valsa Azul”, ambos pelo Teatro da Poesia.

Sobre a oficina:
A oficina de jogos teatrais para educadores é destinada aos profissionais da educação. Os jogos teatrais são procedimentos lúdicos com regras cujo intuito é facilitar e instigar a criatividade e a interatividade dos jogadores. O processo em que se engajam os sujeitos que "jogam" se desenvolve a partir da ação improvisada e os papéis de cada jogador não são estabelecidos a priori, mas emergem a partir das interações que ocorrem durante o jogo. A finalidade do processo é o desenvolvimento cultural e o crescimento pessoal dos jogadores através do domínio e uso interativo da linguagem teatral, sem necessariamente haver uma preocupação com resultados estéticos cênicos pré-concebidos ou artisticamente planejados e ensaiados. Nesta vivência artística, a oficineira aposta na interação entre Teatro e Educação como ferramenta para tecer conhecimentos, pretendendo oferecer uma experiência da prática teatral aos educadores-atores-jogadores, ao mesmo tempo em que traz uma reflexão pragmática de como os jogos teatrais podem auxiliar educadores e educandos na aquisição de conhecimento. Enfim, assuntos como disciplina, foco, criatividade, produção textual, interação e participação em sala de aula entres outros temas serão abordados através de jogos teatrais.
 

Programação nas escolas - Oficinas

Dias 16, 18 e 19/10

Escola Municipal Luiz Pedro da Silva I (Bairro: Petrópolis)
08h às 12h
Público-alvo: estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental 2

Corpo, Sinais e Composição de Movimentos - com Sara Lessa

Sobre Sara:
Formada como Intérprete Criadora (Técnico de Dança) pela Escola Técnica de Artes - ETA,  UFAL (2014); Graduanda em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Alagoas - UFAL, como colaboradora desenvolve pesquisa de criação em dança contemporânea e improvisação dentro do projeto de extensão e pesquisa LabMov - Laboratório de Movimento na Escola Técnica de Artes - ETA, UFAL. Bolsista do Sistema de Bolsas de Iniciação a Docência - PIBID, onde promoveu oficinas de Dança para as escolas participantes no ano de 2016. Já participou de projetos, aulas ou oficinas com a Cia dos Pés, Jorge Schutze, Isabelle Rocha, Denise Stutz, Flávia Meireles, Iramar Rodrigues, Silvia Moura, Joana Wildhagen, entre outros artistas do cenário das artes cênicas.

Sobre a Oficina:
A presente oficina prática propõe uma vivência de criação em dança por meio de exercícios que estimulam a percepção e a ativação das mãos, colocando a voz que ecoa do artista em expressivas mãos, tendo como eixo principal o desenvolvimento da linguagem corporal dos alunos, em busca de possibilidades de se descobrir movimentos e criar novos gestos por meio de ações integradas. A proposta se baseia no estudo da proponente com a Língua de Sinais Brasileira – LIBRAS, que é o meio de comunicação e expressão das comunidades de surdos do Brasil; e do estudo dos Princípios do Contato Improvisação – Dança, trabalhando a improvisação dirigida e espontânea, na busca de um corpo que transita entre a língua de sinais e a dança. Essa oficina não propõe a dominação de uma técnica específica, mas aborda uma possibilidade de criação em dança, propondo atividades que trabalhe diferentes direções, níveis, deslocamentos e criatividade, com o objetivo de proporcionar a ativação do corpo presente que veicule a livre expressão dos participantes. Importante destacar que no desenvolvimento das atividades, levam-se em conta as diferenças e particularidades dos integrantes, com o respeito ao corpo que dança, promovendo um espaço em que os participantes sintam-se á vontade para explorar suas potencialidades na criação em dança.


16, 17 e 19/10
 
Escola Municipal Luiz Pedro da Silva IV (Cidade Universitária)
13h às 17h
Público-alvo: estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental 1

Truques de Mágica - com Jesús Rojo
Sobre Jesus Rojo:
Jesús Rojo é um artista que abrange diferentes estilos de circo e teatro no seu show, combinando
mágica, malabarismo, palhaçada, mímica, humor. Ele atua, dirige e é autor dos seus shows. Nascido na Espanha, Jesús reside atualmente em Maceió e já se apresentou em países como Chile, Argentina, Nova Zelândia, Inglaterra e Estados Unidos.

Sobre a oficina:
A oficina tem como objetivo ensinar o público infantil a fazer e apresentar jogos de mágica com elementos simples.




sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Entrevista

Gustavo Félix é membro da Associação Artística Cia. do Chapéu desde 2012. Entre os anos de 2007 e 2011, cursou Licenciatura em Teatro na Universidade Federal de Alagoas e atualmente cursa Letras desde 2011, também na UFAL; vem investigando a literatura, o texto e a dramaturgia desde sua primeira graduação. Ministrará a oficina "Brincando de Cena" para crianças entre 04 e 07 anos, dentro da programação paralela do #FESTAL2017, neste sábado, 14 de outubro, das 09h às 13h, na Galeria Gamma (Stella Maris). Os espetáculos Tarja Preta e Alice?!, da Cia do Chapéu, serão apresentados, respectivamente, nos dias 22 e 26 de outubro.

FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
GUSTAVO:
A Cia. do Chapéu foi formada em 2002, tem 15 anos.
 
F: Como é que você define a Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
G:
O Chapéu se define na sua multiplicidade de interesses, mas com maior ênfase no fazer teatral. A Cia. já realizou obras em outras linguagens e pretende continuar investigando as artes e seu papel político, estético e social.
 
F: E como é que é o seu processo criativo?
G:
A Cia. promove em seu processo criativo, através da pesquisa estética, cênica, corporal, simbólica, textual e política, o teatro de grupo e em seus processos as concepções das obras são arquitetadas de forma democrática, com a participação integral dos membros do grupo. Cada escolha é tomada mediante discussão e investigação coletiva. As funções de direção, atuação, iluminação, sonoplastia, dramaturgia, produção entre outras, existem de acordo com as especialidades e interesses, porém não existe uma hierarquia nas escolhas. Assim, o processo criativo da Cia. do Chapéu é feito através da proposição coletiva e a pesquisa e prática artísticas.
 
F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
G:
A Cia. do Chapéu apresentará dois espetáculos como voluntária dentro do FESTAL. O primeiro será Tarja Preta, espetáculo que busca investigar temas como a apatia e melancolia que nos envolvem na sociedade contemporânea, investigando as sombras e o silêncio como estética teatral. Portanto, a expressão corporal e a dramaturgia jogam com os vazios do espaço e o vulto, entre a luz e a sombra, entre o ruído e o silêncio, acusando, assim, uma morbidez no estado solitário e fugidio da sociedade atual. O outro espetáculo, Alice!?, é uma renovação e retexturização do antigo espetáculo do repertório da Cia. Do Chapéu, uma releitura da obra Alice no País das Maravilhas e o que ela encontrou por lá, de Lewis Carroll; através do jogo de cena, improvisação, porém do texto, da contextualização, busca-se investigar as identidades, no nível pessoal, interpessoal e coletivo. Busca-se, também, saber o indivíduo e o meio, suas demandas e seus propósitos, enquanto artista, enquanto grupo, enquanto classe, enquanto povo.
 
F: Fala para gente sobre sua oficina.
G:
A oficina "Brincando de cena" é direcionada ao público infantil e pretende estimular a criatividade e o desenvolvimento da expressividade da criança através de jogos e brincadeiras de grupo se utilizando da própria atividade técnica das brincadeiras infantis como ponto de partida para a expressividade cênica pela contação de histórias, a cantiga de roda, as canções infantis e os jogos de grupo, por exemplo. O intuito em se trazer a possibilidade do jogo teatral ao público infantil é o encantamento com o próprio jogo e o desenvolvimento da apreensão do ficcional e do faz-de-conta como estímulo da subjetividade.
 
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
G:
O FESTAL tornou-se a bandeira das artes cênicas de Alagoas, pois nele reside a possibilidade de modificação do estado infértil das políticas públicas e de apreciação da sociedade alagoana à arte do próprio povo. No FESTAL, os artistas estão promovendo transformação, resistência, identificação da nossa terra. Levando cultura viva para as escolas dos diversos bairros da capital nesta edição, acredito estarmos dando humildes passos para envolver a sociedade alagoana e, assim, podermos mostrar o trabalho que desenvolvemos. Quem sabe, daqui a uns tantos anos, o FESTAL aconteça em mais de uma cidade do estado?! Quem sabe, daqui a uns anos, toda a sociedade se aproprie dessa festa e ela possa ser um dos marcos de nosso estado?!
 
F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
G:
Enquanto membro da Cia. do Chapéu, grupo responsável pela organização este ano, espero que possamos ter sempre o cometimento e a seriedade exigida desta função, e, na certeza de que cumpriremos este dever, proporcionar, junto aos nossos pares e aos demais grupos que realizam esta festa, uma experiência capaz de renovar o espírito de união entre nós artistas e nutrir de ímpeto a cultura alagoana.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Divulga FESTAL!

Confira a entrevista completa de Joelle Malta, comissão de Comunicação, no programa Pauta Especial, TVE Alagoas, apresentado por Miguel Torres.
 

 
 
 
 
 
 
Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas
#FESTAL2017

Divulga FESTAL

Hoje, ao meio-dia, Donda Albuquerque, Comissão de Comunicação, concedeu entrevista no AL TV 1ª edição divulgando as ações do #FESTAL2017 nas escolas públicas.
Nosso festival está lindo!
 
 
 
Confira a entrevista no site do G1 AL.

Divulga FESTAL!

Ontem à tarde, Julien Costa esteve no Programa Gazeta Comunidade, da Rádio Gazeta, apresentado por Fernando Palmeira, divulgando a 3ªdição do FESTAL.
Nosso festival está lindo e queremos que você faça parte dessa festa!
 
 
Fernando Palmeira e Julien Costa nos estúdios da Rádio Gazeta

 
 
 
#FESTAL2017
Faça parte da festa das Artes Cênicas de Alagoas!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Divulga FESTAL!




Hoje, o #FESTAL2017 saiu no Caderno B da Gazeta de Alagoas. Nosso festival está por toda parte da cidade!
Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!

Entrevista

Mary Vaz é artista pesquisadora. Dentro dos trabalhos  com os Saudáveis Subversivos, integra pesquisas voltadas a arte da performance e da dança.
 
FESTAL: Há quanto tempo existe o grupo?
MARY: Os Saudáveis Subversivos surgiram no final dos anos 90 como um coletivo de artistas, jornalistas, publicitários, pesquisadores e curiosos com o intuito de aglutinar pessoas afins no propósito de fazer uso da arte como agente de transformação social.

F: Como é que vocês definem o grupo? O que é conceitualmente, artisticamente?
M: Neste recém-nascido século 21, os conteúdos são cada vez mais compostos de misturas, trocas e intercâmbios. Um universo global é construído em múltiplas vias; e em meio a tantos fluxos destacam-se aqueles que captam os dados e os processam – através de um sistema de decupagem bastante avançado em aspectos reflexivos – para traduzi-los e comunicá-los ao próximo, contribuindo para o fortalecimento de sua cultura. As ideias – vivas – figuram plataformas de moléculas e/ou bites, os corpos são compostos de carbono e/ou silício; e circulam ignorando limites e alfândegas, alcançando os mais distantes e diversos pontos do planeta. Dentro deste ambiente expandido pensamos nossas obras como uma corrente textual e buscamos liberdade e mobilidade entre os lígames essenciais de nossa criação, nos posicionando no sentido da conquista de novos espaços dramáticos. Acreditamos numa saudável diversidade e subvertemos conteúdos buscando a saúde do meio. Apresentamos aqui um resumo das Saudáveis Obras Subversivas, nas áreas de vídeo, teatro, dança, música e performance.

F: E como é que é o processo criativo de vocês?
M: Desde o início das ações dos Saudáveis Subversivos estivemos realizando performances e ações públicas. Acreditamos na linguagem da performance – intervenções, Instaurações Cênicas, Happenings…  Apresentamos aqui algumas ações que podem ser caracterizadas como performance. Prioritariamente, não nos preocupamos com o conceito atrelado a cada ação e sim procuramos nos ocupar em agir dentro do nosso compromisso humano, social, espiritual e artístico. Gostamos da proximidade com o público e percebemos que ele também. Então, estamos quase sempre no chão, fora do palco, junto do público. Levamos nossas obras para locais como fábricas, praças, praias e ruas. Esta proximidade nos faz mais amigos, aprendemos um com o outro. Os processos são sempre colaborativos.

F: Fala para gente sobre a performance.
M: Desenho do Desejo - A série de acontecimentos performáticos transita por instaurações que mesclam happening e interatividade, inserindo performers como criadores/criaturas num ambiente provocativo, onde atuamos com diferentes grupos de pessoas na confecção de obras coletivas. Para os Saudáveis Subversivos este é um projeto muito vivo, pela imprevisibilidade, pelo risco de se surpreender ou decepcionar-se com as reações das pessoas. Esse caos do acaso é vida que se renova a cada segundo, numa eterna contemporaneidade instintiva. Colocando os impulsos, ações e reações em jogo e análise, podemos refletir sobre cada nova decisão tomada por um performer (atuante consciente) ou um receptor (atuante inconsciente de que sua simples presença consiste em cena, onde arte, vida e reflexão compõem o texto dialético da obra). Observamos os panoramas encontrados a cada nova instauração e questionamos nossas próprias conclusões. Em Desenho do Desejo, a ação libertária acontece dentro da proposta de construção de um espaço criativo coletivo, que provoque a interatividade através da total liberdade criativa e técnica, pondo em reflexão a coragem, a participação, a vontade, o repartir o seu espaço e o respeitar a igualdade das diferenças como um todo.

F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
M: Para nós, o Festal tem uma importância brilhante. Pois promover a inclusão através de atividades artísticas e/ou artístico-pedagógicas que oportunizem inclusão social utilizando-se das artes, tais como: artes cênicas, dança, artes visuais, circo, música e literatura fortalece a identidade cultural e o vínculo social. Além de nos possibilitar a atividades no cenário local.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
M: A expectativa é das melhores. Esperamos que a arte e o entendimento, se não em sua totalidade, mas que seja acessada, já nos fará bem em todos os sentidos.  Muito mais que entretenimentos, acreditamos na arte e na comunicação como agentes transformadores e por isso, pretendemos provocar a reflexão e a transformação através de nossas ações.

Programação nas escolas - Espetáculos

11/10
Alagados
Grupo de Teatro Santos Ferraz e Cia Insanos de Teatro



Sinopse:
Contar a história de suas origens tem lá suas vantagens e desvantagens, suas verdades e mentiras. A história das Alagoas partindo do ponto de vista do povo, dos mais humildes, dos que sofrem e dos que vivem felizes com o pouco que tem. A reunião de sete causos, entre eles: A Miss Paripueira, A Enchente de Quebrangulo, O Sapateiro de Atalaia e o Rio São Francisco. Alguns dos causos, tendo como base três grupos teatrais alagoanos: ATA, Joana Gajuru e Insanos.

Ficha técnica:
Textos adaptados e originais: criação coletiva
Direção: Igor Rozza
Elenco: Ana Clarita, Adria Santos, Alessandra Nascimento, Alex Santos, David Santos, Elaine Neto, Elisângela França, Gabriel Abreu, João Pedro, Keila Sabrina, Letícia Gomes, Marcos Felipe, Victor Hugo e Wilson Silva
Sonoplastia: David Santos
Iluminação: Igor Rozza
Figurino, maquiagem, adereços e elementos de cena: o grupo
 
Duração:
1 hora

O grupo:
O Grupo de Teatro Santos Ferraz nasceu na Escola Estadual homônima que está situada na cidade de Taquarana, Agreste alagoano, e é referência em qualidade de ensino.  

 
Curiosidade:
Alagados entrou na programação do Festal como espetáculo voluntário e foi campeão no 2º Festival Estudantil de Teatro das Escolas da Rede Pública de Alagoas.

Serviço:
O espetáculo teatral Alagados se apresenta nesta quarta-feira, 11 de outubro, na Escola Municipal Pompeu Sarmento, no Bairro do Barro Duro, às 16h, para estudantes do 6º ao 9º ano.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Programação nas escolas - Espetáculos

10/10
Desenho do Desejo
Saudáveis Subversivos
 
Foto: Glauber Xavier
 
Sinopse:
Desenho do Desejo é um projeto de fins socioculturais que se configura dentro de três etapas evolutivas:
1. Intervenção de espaços públicos urbanos para instaurar um acontecimento performático, inserindo performers como criadores/criaturas num ambiente provocativo, onde atuamos com diferentes grupos de pessoas na confecção de obras coletivas.
2. Construção e Circulação expositiva das obras confeccionadas pelo movimento vital da cidade, pelo artista transeunte – cidadão do mundo. Esta exposição será revertida numa ação sociocultural que busque a integração entre uma Vila de Pescadores do Jaraguá e a produção cultural que vem se desenvolvendo de forma cada vez mais intensa dentro do bairro.
3. Estudo metodológico e aplicação dos resultados em capacitação multitécnica para moradores desta comunidade, promovendo encontros com artistas, assistentes sociais e educadores, tendo como foco incentivar e guiar a busca de ações performáticas, que representem a vontade e a voz da comunidade, transmitida através da apropriação de linguagens artísticas, instauradas em Instalações Cênicas que considerem a cultura popular autóctone e seu encontro com a contemporaneidade.
         Em Desenho do Desejo, a ação libertária acontece dentro da proposta de construção de um espaço-coletivo-criativo, que provoque a interatividade através da total liberdade criativa e técnica, pondo em reflexão a coragem, a participação, a vontade, o repartir o seu espaço e o respeitar a igualdade das diferenças como um todo.

Ficha técnica:
Performers: Glauber Xavier, Manoel Victor, Mary Vaz, Pam Guimarães e Valéria Nunes

Duração:
2 horas

O grupo:
Os Saudáveis Subversivos surgiram no final dos anos 90 como um coletivo de artistas, jornalistas, publicitários, pesquisadores e curiosos com o intuito de aglutinar pessoas afins no propósito de fazer uso da arte como agente de transformação social. Os principais eventos que estiveram presentes foram: Encontro de Teatro Popular Latino Americano – Santiago do Chile; Fórum Social Mundial – Porto Alegre e no Palco Giratório – SESC, Mostra Cariri SESC de Artes em Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha e Nova Olinda e Move Berlim – Alemanha. Tem seu currículo trabalhos premiados como Sábia Sarjeta, Quixotes, Menina Planta e Corpos Atravessados.

Curiosidade:
O grupo criou a Saudável Casa Subversiva, espaço alternativo de estudos e produção, que funciona periodicamente em diferentes pontos da cidade de Maceió. Iniciaram nela, as pesquisas da Cooperativa de Performance: grupo de estudos em performance.

Serviço:
A performance Desenho do Desejo acontece nesta terça-feira, 10 de outubro, na Escola Estadual Romeu de Avelar, no Bairro do Tabuleiro Novo, às 16h, para crianças do 6º ano do E.F. 2 e 2º ano do Ensino Médio.

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Programação nas escolas - Oficinas

Dias 10, 16 e 17/10
 
Escola Municipal Pompeu Sarmento
07h às 11h
Público-alvo: estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental 1 ao 9° ano do Ensino Fundamental 2
 
Meu Pequeno Mundo: Teatro Lambe-lambe - com Joesile Cordeiro
 
Joesile Cordeiro no espetáculo Mamulengo do Ambrósio
Sobre Josile:
Graduando do curso de Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Alagoas, iniciou as suas atividades teatrais em 2008, atuando em espetáculos como “Aruá, o boi encantado”, “Luiz Gonzaga: O nordestino que conquistou o
mundo”, e fez participação em “Vicência” na Troupe Azimute, “O Quebra Nozes” - Direção:
Tâmara Motta",“Mamulengo do Ambrósio” – Coletivo Hetéaçã, "Ur Nat" - Ponte dos Ventos/Dinamarca e “O Filho” do Teatro da Vertigem. Foi integrante do Grupo Troupe Azimute entre 2011 e 2014 e foi também professor de teatro na escola Amélia Maria no
ano de 2013 na cidade de Garanhuns/PE. É o idealizador do projeto “Teatro Lambe-Lambe"
apoiado pela PROEX – UFAL e do “Em-Cantos Africanos” projeto recém premiado no
Premio Eris Maximiniano em Maceió-AL. Entre os festivais que participou, estão: Festival de Inverno de Garanhuns/PE, Encontro Cultural de Laranjeiras/SE, Festival de Teatro de Hortolândia/SP (Prêmio Nalona), Circuito Cultural Paulista, nas cidades de Guararema, Suzano, Ibitinga, Ilha Solteira, José Bonifácio e São bento do Sapucaí e o Festival Internacional de Teatro de Curitiba. Já aplicou a oficina "Meu Pequeno Mundo" nas cidades de Maceió/AL, Garanhuns/PE, João Pessoa/PB e Natal/RN. Foi realizador da I Mini Mostra de Teatro Lambe-Lambe em Maceió - 2016.
 
Sobre a Oficina:
Atualmente, o Teatro de Lambe-Lambe como linguagem, tem sofrido uma grande evolução, com a apropriação de sua técnica por diversos grupos de Teatro de Animação de todo o Brasil e das inovações que cada um dos grupos agrega à técnica, conforme sua criatividade e suas necessidades. Visando a carência de produções ou formação do teatro lambe-lambe em Alagoas, a oficina “Meu Pequeno Mundo” vem com a proposta de fomentar, difundir e multiplicar essa linguagem ao vivenciar com cada participante um processo de criação de sua caixa.