domingo, 1 de outubro de 2017
sábado, 30 de setembro de 2017
Programação!
Saiu a programação da 3ª edição do Festival de Teatro de Alagoas - FESTAL!
Quentinha, saída do forno!
Programe-se! Prestigie a arte alagoana!
Quentinha, saída do forno!
Programe-se! Prestigie a arte alagoana!
Divulga FESTAL!!!
Hoje, às 11h20, Wallisson Melquisedec concedeu entrevista divulgando nosso festival no Programa Ministério do Povo, Rádio Gazeta de Alagoas. Começa amanhã!!!!
![]() |
| O apresentador Rogério Costa com Wallisson Melquisedec nos estúdios da Rádio Gazeta |
Daqui a pouco divulgaremos a programação do #FESTAL2017
Fique atento!
Contagem regressiva: AMANHÃ!!!!
PRESTIGIE!
Teatro, Dança, Circo, Contação de Histórias, Performance e oficinas!
Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!
Fortaleça a Arte alagoana!
Programação paralela: Oficinas
A programação oficial do FESTAL começou, mas a programação paralela se estende até dia 14/10.
Próximo sábado, 07/10, teremos uma oficina voltada para o público infantil.
Confira:
Sobre a oficina:
Através de jogos teatrais, exercícios de oralidade, brincadeiras e músicas da cultura popular a oficina busca impulsionar o uso da imaginação, espontaneidade e relacionamento em grupo como forma de apresentar e envolver crianças na prática teatral. Durante as horas de oficina serão trabalhados exercícios que favorecem o uso da imaginação, a importância do “faz de conta” como elemento de ponto de partida para a vivência teatral, além do incentivo na fluência da expressão de movimentos e fala das crianças participantes.
Através de jogos teatrais, exercícios de oralidade, brincadeiras e músicas da cultura popular a oficina busca impulsionar o uso da imaginação, espontaneidade e relacionamento em grupo como forma de apresentar e envolver crianças na prática teatral. Durante as horas de oficina serão trabalhados exercícios que favorecem o uso da imaginação, a importância do “faz de conta” como elemento de ponto de partida para a vivência teatral, além do incentivo na fluência da expressão de movimentos e fala das crianças participantes.
Rayane Wise é atriz e contadora de histórias. Bruno Alves é ator, contador de histórias e dramaturgo. Ambos fazem parte do Coletivo Volante e são graduados em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Alagoas, além de desenvolver trabalhos cênicos pela Secretaria Municipal de Educação - SEMED.
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Divulga FESTAL!!!
Hoje à tarde, Wallisson Melquisedec e Keka Rabelo concederam entrevista à Rádio Educativa FM, no programa Vida de Artista, divulgando nosso festival!
![]() |
| Keka Rabelo e Wallisson Melquisedec |
![]() |
| Wallisson concedendo entrevista |
![]() |
| Keka concedendo entrevista |
![]() |
| Wallisson com o apresentador Marcos Guimarães |
Faltam 2 dias para a festa das Artes Cênicas de Alagoas!
Fique atento, a programação será divulgada amanhã!
Contagem regressiva
Faltam 2 dias!
Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!
Em breve, divulgaremos a programação.
Entrevista
Gessyca Geyza é atriz, mascareira e diretora do Coletivo Hetéaçã. O grupo participou da edição de 2016 com o espetáculo Mamulengo do Ambrósio e compõe a programação da 3ª edição do FESTAL com o espetáculo Sagração ao Tempo.
FESTAL: Há quanto tempo existe o Coletivo?
GESSYCA: O Coletivo Hetéaçã existe desde 2013.
F: Como é que vocês definem o Coletivo? O que é conceitual
e artisticamente?
G: Iniciamos
com uma intervenção urbana que intitulamos de "Eu estranho", ela
surgiu pelo desejo de investigarmos/trabalharmos na rua e em espaços
alternativos. Desde então, fomos nos aproximando de algumas linguagens como o
Teatro de Bonecos, o Teatro Lambe Lambe e a Máscara Teatral através do
treinamento energético. No geral, não trabalhamos em prol de um texto
dramático, utilizamo-lo como uma ferramenta potente de construção, ou
seja, como um pré-texto. A nossa dramaturgia final se dá a partir da mesclagem entre
pré-texto, corpo e espaço.
F: Fala para gente sobre o espetáculo.
Como é o processo criativo de vocês?
G: "Sagração
ao Tempo" é um resultado dessa relação. Iniciamos com o pré-texto escrito
por Alex Apolonio e fomos para a sala de trabalho entender o que o corpo tinha
a dizer para além do que estava escrito. Quando o corpo foi apresentando o seu
sentido, o caminho do texto mudou também. Saímos da sala de trabalho e o espaço
nos deu mais informações, quis juntar-se a nós. Até que os três foram se
entendendo, se afinando.
F:Para você, qual a importância do FESTAL na cena alagoana? Qual a expectativa acerca de sua participação no festival
em 2017?
G: O
Festal é a possibilidade real de nos fortalecermos, de nos relacionarmos com a
cidade e com o nosso fazer de uma maneira sólida, de registrarmos e nutrirmos a
nossa existência e insistência em fazer o que fazemos porque é necessário,
importante e potente. É a constatação do poder coletivo, sobretudo em tempos
tão difíceis como o que vivemos hoje em nosso país. Estou vendo uma equipe
linda avançando sem Temer e a minha expectativa com o Festal é contribuir com
esse avanço.
quinta-feira, 28 de setembro de 2017
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
Entrevista
Abides de Oliveira é ator, produtor,
diretor, dramaturgo e jornalista. Com formação em teatro pela Universidade
Federal de Alagoas, ele é um dos fundadores da Cia LaCasa.
FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
ABIDES: A
Companhia LaCasa foi criada em novembro de 2016. O grupo completará um ano em
novembro e para marcar o nosso primeiro ano de vida vamos estrear um novo
espetáculo.
F:Como é que vocês definem a Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
A: Definimos
a Cia como pessoas que amam as artes cênicas e querem fazer teatro. O nosso
fazer teatral será sempre universal, sem um estilo definido, sem uma
característica fechada. Nossa meta é sempre buscar novos experimentos e
conceitos. No nosso primeiro espetáculo fomos para a rua, com uma comédia.
Agora estamos no palco, em um trabalho de pesquisa e que traz questões atuais.
F: E como é que é o processo criativo de vocês?
A: Este processo muda de acordo com a
montagem proposta. Se na nossa peça de estreia A Mulher Braba, que é uma
comédia, buscamos elementos da comédia dell’arte e ritmos musicais do Nordeste,
no caso o forró, agora a proposta é outra com o nosso novo espetáculo, onde a
pesquisa e o estudo estão sendo maiores e o processo de montagem com uso de
técnicas voltadas para o drama.
F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
A: A Mulher Braba é uma adaptação para o teatro
de rua do texto original, do século 14, O
Moço Que Casou com a Mulher Braba. Este texto, segundo estudos, inspirou
William Shakespeare a escrever A Megera
Domada. A peça é uma comédia e narra a peleja de um pai em casar sua filha,
uma moça arredia e indomável. Para o teatro de rua, a dramaturgia original
sofreu mudanças, ganhando mais leveza e comicidade.
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
A: É um fortalecimento para as artes
cênicas de Alagoas. O teatro precisava de um evento como este, há anos. E o que
é melhor, uma iniciativa que partiu dos artistas e grupos locais. A tendência é
o festival crescer a cada ano em importância, contribuição artística e cultural
e em tradição no cenário local e também, acredito, regional e nacional. Os
grupos e artistas estão de parabéns pela coragem, união e determinação.
F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017
A: Será nossa primeira participação no Festal.
Ano passado, não foi possível estarmos presentes. Apenas acompanhamos e
assistimos aos espetáculos. Nesta edição, estamos na comissão de programação e
com a peça A Mulher Braba.
Mas nossa expectativa é contribuir da melhor forma possível na realização
do festival, seja na comissão de programação, seja na presença como membros da
organização no apoio e acompanhamento dos espetáculos, oficinas e ações em
geral, seja na apresentação de nosso espetáculo.
Vida longa ao Festal e a nossa arte cênica!
terça-feira, 26 de setembro de 2017
segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Convite
O ator Jorge Adriani convida para o Festival de Teatro de Alagoas.
Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!
Entrevista
Acompanhe a entrevista de Wallisson
Melquisedec, diretor/coreógrafo e dançarino da T&W Dança de Salão, que
compõe a programação do Festal com o espetáculo Vals-AR.
FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
F:Como é que vocês definem a Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
WALLISSON: A
Cia T&W é uma extensão da escola T&W Dança de Salão. A escola existe
desde 2013, enquanto a Cia surge no fim de 2015.
F:Como é que vocês definem a Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
W: Somos
uma Cia de Dança que constrói espetáculos a partir das Danças de Salão,
bebendo vez ou outra de várias outras linguagens.
F: E como é que é o processo criativo de vocês?
W: Em nosso caso, o papel de coreógrafo e
diretor é bem definido, papel que eu exerço, e o papel dos
dançarinos/bailarinos. Considerando o fato que, atualmente entre os
integrantes, apenas Ticiani Oliveira e eu temos amplo conhecimento das Danças
de Salão, acabo trazendo as ideias, movimentos, propostas, conceitos,
questionamentos, enfim, conceber quase que na totalidade. Na construção de
movimentos, Ticiani é forte parceira, em todos os sentidos, pois para que
aconteça a Dança de Salão é necessário que as duas pessoas se relacionem e
apesar da minha direção, quase toda a criação (especialmente nos momentos em que
dançamos juntos) é feita junto a ela. Apesar da necessidade da relação com o
par, muitos momentos podem ser solitários, assim pode acontecer de eu estimular
ou determinar algo a ser executado pelos outros intérpretes, que são
movimentos ou ideias que de algum modo saem das Danças de Salão ou se
relacionam com elas. Nos encontros, trabalhamos primeiramente a preparação
física para o trabalho. Em seguida, aulas voltadas ao repertório que pode ser
usado, posteriormente criação ou ensaio de algo já pronto.
F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
W: O
espetáculo "Vals-AR" surgiu da necessidade em criar algo que pudesse
ser apresentado apenas por um duo, Ticiani e eu, além de usar o
"AR", elemento que está presente em tudo e das mais diferentes
maneiras. Da necessidade, seja um espetáculo para dois ou do "AR",
pensei em juntar a primeira Dança de Salão e que é necessária para que todas as
outras surgissem posteriormente que é a Valsa, e trazer também algumas outras
danças que possuem leveza. Daí em diante, fui mesclando esses
elementos com versos de poetas alagoanos, músicas de cantores e compositores alagoanos e
de alguns compositores eruditos. Brincando com essas possibilidades e nossas
experiências, em especial com o Teatro, o espetáculo foi surgindo e
estreando em novembro de 2016. Nesse momento, ele está reformulado para 6
pessoas, o que ampliou algumas possibilidades.
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
W: Reunir vários grupos das Artes Cênicas
com um grande propósito, de crescer o fazer artístico em nosso Estado. É um
evento essencial para que os artistas se articulem, mostrem o quanto se faz de Arte em nosso
Estado. Um Festival que faz história, uma ação que potencializa a arte e feito
por pessoas que vivem a arte e que se voltado fortemente para um público que
quanto mais acesso a arte tiver, melhor fará esse país: os estudantes.
F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017
W: As melhores possíveis e que já
estão sendo atingidas. Poder mostrar nosso trabalho e o quanto de
possibilidades as Danças de Salão oferecem e quem sabe remover alguns estigmas.
Rever muitas pessoas e ofertar tudo o que eu puder, enfim, (re)viver
inúmeras experiências e trocar saberes.
domingo, 24 de setembro de 2017
Programação paralela: Oficinas
Sábado, 30/09, teremos mais uma oficina compondo a programação paralela do FESTAL!
Mary Vaz
Graduada em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Alagoas, participou de trabalhos como Recursos Humanos da Cia Ltda; Rojo, do Coletivo Vermelho de Teatro e tem sua pesquisa voltada para a performance.
Sobre a oficina:
Discutir o conceito e a institucionalização do termo performance Gatimonha – neologismo criado por Homero Cavalcante 1 dia – apresentação da cooperativa e do grupo de alunos, desconstrução do conceito de performance e construção de gatimonha, passar vídeos, indiscipline-se 2 dia – valéria percepção de corpo / levantamento de material para gatimonhas individuais e/ou coletivas 3 dia – ressignifica objetos. Programa de gatimonha (performance) 4 dia – saída para realização de gatimonhas em espaços internos e externos.
Público-alvo: A partir dos 16 anos
Discutir o conceito e a institucionalização do termo performance Gatimonha – neologismo criado por Homero Cavalcante 1 dia – apresentação da cooperativa e do grupo de alunos, desconstrução do conceito de performance e construção de gatimonha, passar vídeos, indiscipline-se 2 dia – valéria percepção de corpo / levantamento de material para gatimonhas individuais e/ou coletivas 3 dia – ressignifica objetos. Programa de gatimonha (performance) 4 dia – saída para realização de gatimonhas em espaços internos e externos.
Público-alvo: A partir dos 16 anos
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
Registro fotográfico
A Oficina Dança-Afro, Corpo em Diálogo com uma Perspectiva Contemporânea, ministrada por Jailton de Oliveira, ocorreu hoje, sexta-feira (22/09), na Galeria Gamma, um de nossos parceiros. O registro fotográfico ficou por conta de Carleane Correia (Adois Companhia de Dança).
![]() |
| Foto: Carleane Correia |
![]() |
| Foto: Carleane Correia |
![]() |
| Foto: Carleane Correia |
![]() |
| Foto: Carleane Correia |
Lembramos que amanhã teremos a Oficina Teatro de Rua para Iniciantes, ministrada por Jorge Adriani, na Galeria Gamma, das 9h às 13h. Indicação: entre 8 e 15 anos.
Entrevista
O ator, diretor, produtor cultural, educador social e membro da Companhia Teatro da Meia-noite Julien Costa falou conosco sobre a trajetória da Cia, seus processos criativos e a importância que o FESTAL tem para a cena alagoana.
FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
JULIEN: A Companhia teatro da Meia-noite fará 16
anos em novembro e tem 10 experimentos cênicos montados nesse período,
alguns espetáculos foram montados com recursos próprios e
outros a partir de prêmios concedidos através de editais nacionais entre
eles: Myriam Muniz, Interações estéticas ambos da FUNARTE e BNB cultural,
e entre o fim de outubro e começo de novembro de 2017 pretende estrear seu 11º
espetáculo, que já está em processo de ensaios.
F:Como é que vocês definem a
Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
J: A Cia está passando por um processo de
renovação regimental, se ajustando a um novo formato, firmando novas parcerias,
convidando novas pessoas para compor seu quadro de associados, mas nesses 15
anos, tivemos como essência conceitual, transformar/adaptar textos da
literatura para o teatro. Foi assim em seu 1º espetáculo "Cinco para o
cadafalso” com a adaptação livre de "Noite na Taverna" de Álvares de
Azevedo, no espetáculo "Insônia" baseado no conto homônimo de
Graciliano Ramos e no espetáculo "Marina- uma história de Cordel"
inspirado nos cordéis de Leandro Gomes de Barros. Além de arriscar trabalhos
autorais como o espetáculo: "Paixão do Riso" - criação textual
coletiva.
A companhia também resolveu utilizar o
teatro como ferramenta pedagógica para o exercício da cidadania de jovens em
situação de vulnerabilidade social, através de projetos desenvolvidos
pelos jovens inscritos nas ações do ponto de cultura.
Outros objetivo e desejo nossos
foram interagir com ostros grupos, principalmente com grupos do interior
do estado de Alagoas através de intercâmbios e já conseguimos
construir parcerias com grupos e artistas nas cidades de Arapiraca e
Palmeira dos Índios!
F: E como é que é o processo criativo de vocês?
J: Nossos processos são diversos e dependem muito do texto que vamos montar,
mas o ponto de partida começa com várias perguntas: Primeira etapa - que texto
montar? Por que montar? Para quando? Para
quem?
Depois de algumas discussões/reflexões/percepções,
vem a segunda etapa - Construção do texto ou adaptação - muitas leituras
- ajustes – reajustes.
Terceira etapa - Definição de elenco,
concepção estética, ensaios pré-produção;
Quarta etapa - apresentações, pós-produção e
avaliação.
F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
J: “MEU PÉ DE FULÔ”, espetáculo infantil
contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008, readaptação do
texto de Paulo Sarmento, pois apesar da integridade total do texto, novos
elementos foram incorporados à trama. O espetáculo possui trilha sonora
original regionalista criada cena a cena, animações e cenários virtuais em
preto e branco relembrando os desenhos da literatura de cordel, onde pontuam
tempo e espaço, além da alusão ao teatro mambembe, ao teatro de animação e a
mistura multifacetada dos gêneros: Teatro e Audiovisual. Uma deliciosa
brincadeira onde homenageamos as Manifestações da Cultura Popular Nordestina,
através de releituras nos figurinos e adereços, contadores de história, livros
infantis, fábulas, onde podemos sonhar e ir além, tornar nossos sonhos infantis
em realidade.
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
J: O que deve ser considerado sobre a
importância do FESTAL para cena alagoana é a possibilidade de despertar o
sentimento de pertencimento e de protagonismo nos grupos, em artistas
alagoanos das artes cênicas, pois o FESTAL foi concebido para ser
construído de forma colaborativa e coletiva. É aproximar os pares nas lutas por
políticas públicas que atendam às necessidades do segmento, além de pertencer
ao calendário cultural anual do Estado, de contribuir para geração de
receita para cadeia produtiva do segmento e deve ser um momento de unificar as
trupes e as tribos para o bem comum: celebrar a resistência e a luta dos que
vieram antes de nós e dos que virão depois de nós! A edição passada já foi algo
divino, mágico, encantador, então por tudo isso, vida longa ao FESTAL! Evoé!
F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017
J: A expectativa para essa edição é a melhor possível. Estamos envolvidos
desde a primeira edição e nos surpreendemos com os avanços de um projeto
embrionário, vendo em tempo real a metamorfose do embrião, um feto
se desenvolvendo, sendo gerado com tanto afeto. Vale destacar a
habilidade, comprometimento e presteza com que as comissões de trabalho
do FESTAL desta edição estão em sintonia através da condução competente
da coordenação desta 3ª edição, a quem reverenciamos pela dedicação
e celebraremos com eles, os 15 anos de resistência e persistência! Parabéns Cia
do Chapéu pelo aniversário e pela condução dos processos e da coordenação geral
dessa edição!
Já deixamos aqui o convite para quem ler essa matéria, para compartilhar
conosco esse momento tão importante para as Artes Cênicas em Alagoas.
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Assinar:
Postagens (Atom)



















