quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Entrevista


Jesús Rojo é um artista que abrange diferentes estilos de circo e teatro no seu show, combinando mágica, malabarismo, palhaçada, mímica, humor. Ele atua, dirige e é autor dos seus shows.
Nascido na Espanha, Jesús reside atualmente em Maceió e já se apresentou em países como Chile, Argentina, Nova Zelândia, Inglaterra e Estados Unidos. Seu espetáculo Uma Tarde de Risos e Mágica compõe a programação do Festal e, além de falar sobre ele, Jesús nos conta um pouco sobre a magia de seu trabalho.


FESTAL: HÁ QUANTO TEMPO EXISTE O GRUPO?
JESÚS: Como um grupo de teatro profissional, tenho trabalhado desde 1999, porém desenvolvo atividades artísticas como amador desde 1989.

F: COMO É QUE VOCÊ DEFINE O GRUPO? O QUE É CONCEITUALMENTE, ARTISTICAMENTE?
J: O ilusionismo é arte de criar ilusão, prestidigitação. A mágica é uma das mais antigas formas de entretenimento, criando ilusões que levam as pessoas a se surpreender. Artisticamente, procuramos proporcionar a ilusão e o riso do público. O show apresenta uma diversidade de estilos de arte circense onde um personagem é uma mistura de mágico-palhaço-mímico-conta contos. Um palhaço cativante que brinca com magia, malabares, mímica, com objetos e com o público.

F: E COMO É QUE É O SEU PROCESSO CRIATIVO?
J: A inspiração vem de outros artistas, como mágicos, palhaços e mímicos. Jogos clássicos sofrem adaptações, ganhando uma nova abordagem, se adaptando ao público e ambiente. O show é enriquecido com uma sonoplastia dinâmica e o desenvolvimento de comédia visual. O processo criativo inclui muitos testes, ensaios e mais ensaios para a perfeição dos passes. Penso, ensaio, testo. Atuo, aprendo. Apresento, cometo erros, penso, medito. Apresentação, riso,...relax. Como já dizia Picasso: "Quando a inspiração chegar, que me encontre trabalhando"
("Cuando llegue la inspiración, que me encuentre trabajando")

F: FALA PARA GENTE SOBRE SEU ESPETÁCULO.
J: É um show alegre, divertido e mágico para toda a família (adultos e crianças). Combina várias artes cênicas: mágica, malabarismo, palhaço e pantomimas. É um espetáculo participativo, no qual o público interatua no show, especialmente com os jogos de mágica. As pessoas participam, se divertem e saem com a sensação de surpresa e ter vivenciado algo novo.

F: PARA VOCÊ QUAL A IMPORTÂNCIA DO FESTAL NA CENA ALAGOANA?
J: Considero muito importante esta iniciativa dos grupos teatrais de Alagoas, pois é uma ótima oportunidade para as companhias de teatro expor os seus trabalhos, levando a cultura de artista da região para a população alagoana. Projetos deste nível devem ser incentivados para que todos possam conhecer a diversidade de estilos artísticos produzidos. Espero que tenha continuidade por muitos, muitos anos e que possa ser expandido incluindo novos artistas, cenários e diferentes públicos.

F: QUAL A EXPECTATIVA ACERCA DE SUA PARTICIPAÇÃO NO FESTAL 2017?
J: A expectativa de que o público se divirta e que possa ter contato com algo que nunca tenha visto antes,  sentido-se feliz e satisfeito no fim dos espetáculos. Concomitante, conhecer novos artistas e espetáculos alagoanos. Estou muito feliz de participar da edição deste ano. Agradeço à organização por me contratar. E o que eu mais quero e espero é ilusionar, fazer rir e rir com pessoas que vêem meus shows.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Convite


O ator, cantor e compositor alagoano Jurandir Bozo convida você para o FESTAL 2017.
Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Entrevista


 Alex Apolonio, graduado em Teatro pela Universidade Federal de Alagoas, é ator, bonequeiro, dramaturgo e fundador da Cia. Armorial Teatro de Bonecos, através da qual está ministrando a oficina “Mamulengo vai Brincar” na programação do FESTAL 2017.

FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
ALEX: A Cia. existe desde meados de 2015, curiosamente costumo brincar com colegas de trabalho e com o público que se trata de uma companhia de homem só. O nome surgiu para representar um experimento cênico chamado Solos Armoriais. Na época, havia a intensão de formarmos um grupo, mas logo o processo foi interrompido e os profissionais envolvidos tomaram rumos diferentes. No entanto, como a relação entre o teatro de bonecos e a estética Armorial era algo que já perseguia desde a universidade, àquela altura, mesmo com a equipe diluída, por um desejo de levar esse fazer adiante, procurando alçar voos maiores e para além do âmbito acadêmico, decidi continuar com a Cia. Armorial Teatro de Bonecos (...)

F: Como é que você define a Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
A: (...), pois ela representa um espaço de pesquisa entorno das manifestações artísticas da(s) cultura(s) de tradição popular brasileira, o que me alimenta como artista e como ser humano.

F: E como é que é o seu processo criativo?
A: É por essa mesma afinidade com a cultura de tradição popular que a Cia. tem, aos poucos, se aproximado de outros artistas e grupos, estabelecendo parcerias. Mas, tudo ainda é muito novo, faz apenas dois anos e nesse pouco tempo a Cia. Armorial ainda está se entendendo enquanto Cia, ou em outras palavras, ainda estou me entendendo enquanto companhia de um homem só (risos). Então a percepção sobre uma metodologia de criação ainda é algo em construção. Quer seja solo ou em parceiras, cada encontro vai estabelecer mecanismos de criação totalmente diferentes em razão da experiência de vida dos envolvidos.
Um breve exemplo: o trabalho que marca o surgimento da companhia é um solo com bonecos das mais diferentes técnicas. Nesse formato, a Cia. encontrava-se num processo onde embora houvesse uma escuta coletiva e papéis bastante definidos na criação, a equipe se relacionava de maneira verticalizada. Já em 2016, na parceria com o Coletivo Hetéaçã (Maceió/AL), a realidade era outra. A criação e circulação com o espetáculo Mamulengo do Ambrósio foi um processo horizontal do começo ao fim, cujos papeis foram sendo definidos à medida que a criação se consolidava.
Contudo, ainda que não haja clareza a respeito dessa metodologia dos processos criativos (o que ao meu entender demanda tempo e maturidade, e isso é algo que para a Cia. está sendo construído), ainda assim, é notório que os interesses da Cia. em trabalhar com a linguagem do teatro de formas animadas numa relação direta com a poética popular, levam a trabalhos que, independente do formato, requerem o uso de princípios básicos dessa linguagem e poética, aí nesse sentido pode-se dizer que há um jeito próprio da Cia. em conduzir a criação.

F: Fala para gente sobre sua oficina.
A: trata-se um trabalho com bonecos de luva (mamulengo), onde a brincadeira enquanto experiência psicomotora, afetiva e pedagógica é encarada como um caminho para difundir, em sala de aula, saberes da nossa cultura de tradição popular. Através desta prática artística e pedagógica a Cia. Armorial Teatro de Bonecos busca contribuir com a presença e valorização destes saberes no âmbito da educação básica.

F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
A: O FESTAL vem cumprindo um importante papel no campo das artes cênicas em Alagoas, não só enquanto mostra fomentando a produção e apreciação,  mas principalmente enquanto espaço de diálogo e fortalecimento da classe artística, o que é extremamente importante para produção artística no âmbito das artes cênicas, especialmente na região metropolitana do estado.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017
A: A oficina de manipulação de bonecos de luva “Mamulengo Vai Brincar” é uma das ações da Cia. que compõe o FESTAL 2017, esse é o segundo ano em que a Cia. participa do evento. No ano passado (2016), foi apresentado em parceria com o Coletivo Hetéaçã, o espetáculo Mamulengo do Ambrósio.
Para além da oficina, pensando o Festival como um todo, nossa grande expectativa é que o diálogo estabelecido com as comunidades escolares nesta edição possa simbolizar, tanto para artistas quanto para o público, experiências humanamente enriquecedoras no âmbito pessoal, profissional e social.

Quem venha o FESTAL 2017!


domingo, 17 de setembro de 2017

sábado, 16 de setembro de 2017

Reunião

Lais Lira, Lenny Lima e Keka Rabelo

Reunião de comunicação, produção e design.
A festa das artes cênicas de Alagoas.
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Foto tipo selfie, Laís Lira e Lenny lima em pé e Keka Rabelo sentada.
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#FESTAL2017 #FESTAL #artescenicas #teatro #danca #circo #performanceart #mcz #alagoas


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Entrevista

Bruno Alves, ator, bordador/tecedor de histórias do Coletivo Volante, nos contou como nasceu o espetáculo Incelença, que compõe a programação do FESTAL nesta 3ª edição. Ele nos falou também sobre seu processo criativo, sobre como se dá o diálogo dos artistas dentro do grupo e suas expectativas para o festival.


Foto de Nivaldo Vasconcelos

Festal: Há quanto tempo existe o coletivo?
Bruno:
O Coletivo Volante de Teatro iniciou o processo de pesquisa do seu primeiro espetáculo em janeiro de 2014, no entanto, só veio receber esse nome em julho do mesmo ano, mediante o surgimento do título desse primeiro espetáculo que estava em andamento.
 
F: Como é que vocês definem o coletivo? O que é conceitualmente, artisticamente?
B:
Somos um coletivo que busca dialogar com artistas de outros grupos e coletivos. Vamos nos entendendo a partir desses encontros. Cada encontro vai transformando a nossa maneira de fazer e entender o teatro.
As buscas iniciais são por uma dramaturgia autoral, tendo o estudo da memória como elemento de ponto de partida para as criações, sejam essas memórias pessoais ou coletivas. Ressignificar a memória e transformá-la em cena é a nossa busca que se destaca em todos os processos dos últimos anos. Além da memória, buscamos entender o espaço como lugar de revisitar e recriar memórias, assim, queremos e buscamos nos aprofundar no diálogo com espaços alternativos e com a aproximação de outros públicos.
Essa relação com outros espaços se reflete também no espaço digital com alguns de nossos projetos, ampliando as possibilidades de diálogos cênicos com o audiovisual, por exemplo, ou mesmo a criação da revista digital colaborativa, que além de ser um espaço digital é também um espaço de registro e memória.
 
F: E como é que é o processo criativo de vocês?
B:
Dos dois espetáculos que temos, fomos vivenciando formatos diferentes de criação. O processo colaborativo está presente nos dois. Atores e atrizes criadores, texto que vem de quem está dentro do processo. As decisões são horizontalizadas na criação. Aos poucos, alguns vão se entendendo dentro do processo e assumindo responsabilidades, mas partimos da troca e da identificação com as funções que possam vir a surgir.
 
F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
B:
“Incelença” é o nosso segundo espetáculo. Teve seu ponto de partida na última edição do FESTAL que nos aproximou de muitos artistas. Iniciamos com uma provocação textual, achávamos que iríamos montar aquele texto de novembro de 2016. Queríamos todxs falar sobre os índices do Mapa da Violência em Alagoas, logo todxs tínhamos muito o que dizer.
Ao longo dos meses, entendemos que do nosso encontro já nasciam cenas, imagens e textos já haviam pedido para serem mostrados. Resolvemos aceitar. Zeramos o jogo e tudo que ia se criando era fruto da presença e participação dxs criadorxs. Gessyca Geyza assumiu a direção e caminhamos para aquilo que queríamos contar.
Hoje temos uma história a partir da memória de mães que perderam os filhxs para a violência. Mães essas que fomos encontrando em nossas vidas, pesquisas ou mesmo em nossas famílias. O espetáculo é a partir das histórias dessas mães.
 
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
B:
O FESTAL é o nosso lugar de encontro e resistência. É a nossa maneira de fazer e contar as nossas histórias. É um espaço construído pelos grupos e que vem se fortalecendo a cada edição.
Quando o FESTAL acontece a gente passa a acreditar mais na gente, na nossa força e no nosso teatro.
 
F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
B:
Participaremos pela primeira vez com um espetáculo. Esperamos somar e celebrar todos esses anos de festival e de todos os grupos que aqui existem. A nossa expectativa e vontade é estar sempre junto de alguma maneira.

Programação paralela: oficinas

A programação paralela do FESTAL não para e na próxima semana, a oficina é direcionada ao público infanto-juvenil.




Faça já sua inscrição!
Participe do FESTAL!
 
 
Jorge Adriani
Ator desde 1993, também é Sócio/fundador, ator e produtor artístico da Associação Teatral Joana Gajuru. Tem formação técnica de ator pela ETA - UFAL. Atuou em espetáculos, como: Uma Canção de Guerreiro no Chumbrego da Orgia - 1996; A Estória da Moça Preguiçosa (Palco/Infantil) - 2005; Fome Come (Rua) - 2005; Baldroca (Rua) - 2005; A Farsa do Casamento Coisado (Rua) - 2006; A Farinhada (Palco) - 2013; Fritzmac (Rua) - 2013; Bem me quer (Rua) - 2017.

 Sobre a oficina:
"Oficina de teatro/rua para iniciados e iniciantes em arte cênica/teatro com trocas de vivências utilizando as técnicas da rua. Contribuir com o desenvolvimento pessoal, profissional e intelectual do(a) aluno(a), através de técnicas de teatro/rua. O Aluno deverá contribuir, levando (não obrigatório): Objetos, roupas/figurinos, adereços (óculos, chapéu, sapato, etc.), tecidos, etc."
Público-alvo: Entre 8 e 15 anos

Oficinas abertas ao público




quinta-feira, 14 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Registro fotográfico

A Oficina de Expressão Corporal, ministrada por Wallisson Melquisedec, ocorreu no sábado (09/09), na Galeria Gamma, um de nossos parceiros. O registro fotográfico ficou por conta de Jadir Pereira (Teatro da Poesia), integrante das Comissões de Registro e Comunicação.
 
Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Foto de Jadir Pereira

Nós fazemos o FESTAL!

NÃO ESQUEÇA: sexta-feira, 15/09, tem programação paralela do Festal na Galeria Gamma.
Oficina Dança-Afro, corpo em diálogo com uma perspectiva contemporânea, com Jailton de Oliveira.
Investimento: R$ 30,00 inteira/ R$15,00 meia
Inscrições: 9 9909-7722

Faltam 18 dias para o Festival de Teatro de Alagoas!

Entrevista

Jailton de Oliveira e Carleane Correia
Jailton de Oliveira, criador da ADois Companhia de Dança juntamente com Carleane Correia, é pesquisador e intérprete criador. Ele nos contou sobre seu trabalho com a dança, a importância do FESTAL e, entre outras coisas, sobre os objetivos da oficina Dança-Afro Corpo em diálogo com uma perspectiva contemporânea, que ministrará na próxima sexta, 15/09, na Galeria Gamma, das 14h às 18h.

Festal: Há quanto tempo existe a Cia?
Jailton: A ADois existe desde março de 2017.

F: Como é que vocês definem a cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
J: Uma empresa multicurricular que tem em seu repertório dança, teatro, performance, contação de histórias e trabalho de atendimento holístico como massoterapia, Yoga e Hiep Thai Manipulativa.

F: E como é que é o processo criativo de vocês?
J: Através da poesia, do nosso cotidiano e dos sofrimentos que permeiam o ser humano aplicamos na dança contemporânea e dança tribal, essas ferramentas de inspiração.

F: Fala para gente sobre sua oficina.
J: A oficina tem como principal objetivo experienciar, através dos movimentos elaborados da dança afro, os sentidos nela contidos e ressignificá-los com o intuito de descobrir, elaborar e experienciar a totalidade desse ser que dança (nesse caso a dança afro) na contemporaneidade.

F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
J: Traz uma reunião de artistas alagoanos para a criação e elaboração de espetáculos e oficinas REssignificando o ato de fazer arte para uma localidade tão carente de reconhecimento artístico.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
J: Tornar meu trabalho mais visível para o público alagoano ao mesmo tempo em que torna-se visível, para mim, os trabalhos dos demais artistas conterrâneos.

Ainda não se inscreveu na oficina?
Acesse o link e adquira mais informações.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Reunião

Hoje à noite, houve a reunião dos coordenadores das comissões do FESTAL.
Já estamos no clima de contagem regressiva!
Faltam 19 dias!!!

Festal 2017 está vindo com tudo!!!
Donda, Gustavo, Lais e Thiago.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Entrevista


O ator Anderson França, da Cia de Teatro Flor Do Sertão – Penedo/AL, que se apresentará no Festal dia 21 de outubro com o espetáculo infantil Remendó, falou um pouco sobre o grupo, seus anseios, seus processos criativos e entre outros tópicos, suas expectativas para a 3ª edição do Festival de Teatro de Alagoas. Confira a entrevista!


Anderson França - ator

FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
Anderson: A Cia Flor do Sertão, tem 04 anos de existência. Foi criada no dia 08 de janeiro de 2013. Porém, um grupo de jovens que amam o teatro, que acreditam na profissão de artista, como em qualquer outra.  E, desde então, a luta é ganhar espaço na cidade de Penedo e quiçá no país. Apesar de sermos uma Cia jovem com apenas 4 anos, mas temos metas e sonhos.


F: Como é que vocês definem a cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
A: A Cia tem um total de treze integrantes que amam a arte do fazer teatral. Somos amantes do teatro. Cujo sentimento é o motivo de criarmos a companhia, que carinhosamente chamamos de "Flor".  A Cia tem o objetivo de incentivar a cultura teatral em Penedo, visando a possibilidade de formar plateia na cidade e na região. Fomentando a arte do teatro que é uma grande ferramenta na formação de um cidadão.  A sua linda trajetória de trabalho é voltada para o público infantil como, por exemplo, o espetáculo Remendó. Também temos trabalhos com espetáculo adultos na linha regional.

F: E como é que é o processo criativo de vocês?
A: A Cia traz consigo, no processo de criação, modelos como a grande autora Viola Spolin que possui um olhar dinâmico e utiliza a metodologia da atuação e o conhecimento da prática teatral a partir de jogos teatrais, os quais o grupo se descobriu e acredita que através dos jogos, o ator percebe e consegue compreender quando se sustenta/nasce a personagem. Spolin discorre uma gama de informações sobre os jogos e sua importância como técnica na criação.

F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
A: O espetáculo REMENDÓ, foi criado a partir de um amor em comum: as crianças. É um espetáculo que todos os integrantes deram sua opinião, contribuíram com uma ideia, na confecção do figurino e adereços. É uma contação de histórias repleta de cores, alegria e magia. Todas elas têm uma moral no final. A Cia acredita que o teatro é uma ferramenta imprescindível na educação, uma forma de tirá-las do mundo virtual e inseri-las ao mundo da magia do teatro. Remendó é um espetáculo encantador, tem muita música e histórias lindas.

F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
A: O FESTAL é um projeto cultural, o qual eu não conhecia, mas nestes últimos meses venho acompanhando-o nas redes sociais e notei que a equipe faz um trabalho de aproximar, unir os artistas que passam na seleção. E, faz com que o evento se torne de todos, pois um ajuda no que mais sabe fazer. Como, podemos dar exemplo, oficineiros, mediadores de conversas e entre outros. O FESTAL tem tudo para ser tornar ainda maior, se expandir. O projeto tem a importância de agente educador, no qual está inserindo arte e cultura às crianças, jovens e adultos. Que é também um trabalho social plausível.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
A: A Cia está animada, estamos todos felizes em participar do FESTAL. É nossa segunda participação em festivais de teatro. E as expectativas que são muitas, diversas, e uma delas é poder aprender mais sobre a arte teatral.  Conhecer amigos de profissão, estreitas laços, enfim...  Estamos contando os dias para o dia 21 de outubro.
   


Reunião

A Comissão de Produção se reuniu nesta segunda-feira! Estamos a todo vapor!
 #FESTAL2017

Tudo sendo alinhado para que o festival aconteça da melhor forma possível!
Nós fazemos o FESTAL!
Prestigie!

Lais, Rayane e Bárbara

Joésile, Lais, Rayane e Bárbara



Faltam 20 dias para o FESTAL!

domingo, 10 de setembro de 2017

Programação paralela: oficinas

As oficinas que estão acontecendo aos sábados do mês de setembro e nos dois primeiros sábados de outubro, compõem a programação paralela do FESTAL e são ofertadas à comunidade. Acompanhe a programação aqui no blog e nos perfis do Instagram e Facebook.

ATENÇÃO: esta semana, excepcionalmente, a oficina acontecerá na sexta, devido ao feriado!





 
Jailton de Oliveira
 
Graduando em Licenciatura em Dança pela UFAL, com projeto de extensão no Museu Théo Brandão, onde coordena as aulas de improvisação e contato-improvisação. Tem experiência com grupos ministrando oficinas dentro e fora do estado de Alagoas. Ministrou por 04 anos, oficinas no Encontro afro-goiano no estado de Goiás como oficineiro convidado. Atualmente é intérprete da Cia de Dança Adois.

Sobre a oficina:
A Oficina tem como objetivo experienciar, através de pequenas partituras de dança - afro e as estreitas relações compostas entre o meio em que vivemos e os antepassados, novas formas de movimento de diálogo com a contemporaneidade. Público-alvo: A partir dos 16 anos.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Reunião

Donda, Jadir, Keka, Gustavo e Joelle
Reunião importantíssima da Comissão de Comunicação!
Festal já começou!

#FESTAL2017 #FESTAL #artescenicas  #teatro #danca  #circo #performanceart
#mcz #alagoas

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Sobre o Festival de Teatro de Alagoas

Como nasceu O FESTAL?

Por Julien Costa*

Em 2011, a Companhia Teatro da Meia-noite celebrava 10 anos de existência e, para celebrar uma década de resistência, resolveu fazer um festival de teatro que recebeu o nome de I Festival de Teatro da Meia-noite, apresentando o seu repertório de espetáculos.

Compreendendo a complexidade de organizar e executar um projeto da proporção de um festival, no que se refere às questões de logística, infraestrutura, recursos humanos e financeiros, desde a pré à pós-produção, a Cia. da Meia-Noite percebeu que se fazia necessário agregar grupos e companhias de teatro do estado para torná-lo um instrumento de intercâmbio, fomento, fruição e difusão da produção local, além de tornar o projeto anual como parte do calendário cultural da cidade de Maceió. Logo após a execução do Projeto da 1ª edição, em 2012, começou-se a construção da 2ª edição. A proposta foi enviada para alguns editais, mas não fomos contemplados.

O tempo foi passando e outras prioridades foram surgindo, tanto institucionais quanto pessoais. Cinco anos de inquietações depois, eis que surge o mote para reacender a chama de realizar a 2ª edição: os 15 anos da Companhia Teatro da Meia-noite. Em março de 2016, o projeto foi reelaborado e submetido por três meses a uma plataforma de financiamento coletivo. Mais uma tentativa frustrada da captação de recursos financeiros para a execução. No entanto, visitamos algumas instituições para apreciação do projeto.  Entre elas, o SESC ALAGOAS e a DITEAL. Ambas as instituições firmaram parceria conosco cedendo pautas para as apresentações.

A partir disso, repensamos o formato do festival, mudamos o nome para FESTAL – Festival de Teatro de Alagoas e fizemos uma convocatória pública nas redes sociais para os grupos de Alagoas com a finalidade de explicarmos a nossa ideia. Tivemos a grata surpresa de vários grupos comparecerem na primeira reunião presencial. Na segunda reunião, tivemos mais grupos. Na terceira, já tínhamos a programação do evento.

A ideia inicial do FESTAL era de que todos os grupos participantes fossem realizadores, mesmo aqueles que não estivessem com espetáculos ou não tivessem oficinas para ministrar. O importante era o interesse de  participar da construção ideológica e prática, bem como a execução do projeto.  Todos como protagonistas da ação.

O FESTAL não é mais apenas para celebrar o aniversário de uma companhia de teatro. Ele se reformula, se transforma e se apresenta como uma ferramenta de integração, congraçamento e fortalecimento do segmento de artes cênicas em Alagoas.  O FESTAL é a oportunidade de fazermos algo juntos! De propiciar a criação de uma rede colaborativa e coletiva para o desenvolvimento de projetos que fortaleçam a classe. O FESTAL é a oportunidade dos grupos se conhecerem e permitirem se reconhecer como parte de uma engrenagem. O FESTAL é a oportunidade de transformar a realidade atual e nortear caminhos para exigir e cobrar dos gestores públicos da cultura - nas esferas municipal, estadual e federal - a viabilização das leis de incentivos para o desenvolvimento de projetos sustentáveis da cadeia produtiva das artes cênicas no Estado de Alagoas.

Assim nasceu o Festival de teatro de Alagoas – a festa do teatro alagoano!

Evoé!
Vida longa ao FESTAL.



Julien Costa
*Ator, Diretor, produtor cultural, educador social e membro da Companhia Teatro da Meia-noite

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Programação paralela: oficinas


O FESTAL está chegando e no mês de setembro, em parceria com a Galeria Gamma, ofertará oficinas de diferentes linguagens artísticas. Participe!
 

 

Wallisson Melquisedec - facilitador
Wallisson é diretor, professor e coreógrafo em Tango Maceió;
Fundador, professor, coreógrafo, diretor e bailarino em T e W Dança de Salão com proficiência em todos os gêneros.
Ator com curso técnico de formação de ator/atriz pela Escola Técnica de Artes da UFAL; formado em Música Bacharelado em Canto pela UFAL; formado pelo curso de qualificação em criação, ensino e produção em Danças de Salão pela Mimulus - Belo Horizonte/MG. Com 14 anos de experiência em Teatro, Canto e Dança. Dirigiu e coreografou os espetáculos "O Baile" e "Vals-AR" pela T e W Dança de Salão.
 
 Sobre a Oficina:
Oficina voltada a todas as pessoas que desejam se comunicar, se expressar e sentir o fazer artístico, estimulando a consciência corporal, flexibilidade, força e agilidade. Usando elementos da dança, do canto e do teatro serão trabalhados exercícios individuais, a dois e em conjunto, que proporcionam a quem participa maior desenvoltura no dia a dia e em cena, podendo ao final ser construída uma cena com os (as) participantes.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Reunião

 
 Hoje à noite, tivemos a segunda reunião com os grupos selecionados para a 3ª edição do Festival de Teatro de Alagoas - FESTAL. A reunião aconteceu na Escola Técnica de Artes, nossa parceira. Muitos pontos importantes foram alinhados. Em breve, nossa programação será divulgada! Fique de olho!

Grupos reunidos

Nós fazemos o FESTAL


Faltam 40 dias para o Festal!
Participe! Prestigie!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Visita às escolas

No Dia do Estudante, a comissão de produção visitou algumas das escolas públicas, das redes municipal e estadual, que receberão 10 oficinas e 10 espetáculos de Teatro, Dança, Circo, Performance e Contação de estórias para estudantes desde o Ensino Fundamental 1 até Educação de Jovens, Adultos e Idosos.

Rayane e Lais em visita à Escola Estadual Raul Lima em Ipioca

Lais e Rayane em conversa com a Coordenadora Joseida da Escola Estadual Raul Lima em Ipioca

Joésile e Rayane visitando a Escola Municipal Silvestre Péricles no Pontal da Barra

Rayane e Joésile na Escola Estadual Professora Ana Coelho Palmeira em Jacarecica

A ideia é descentralizar! As escolas participantes estão situadas em variados bairros da cidade: Ipioca, Pontal da Barra, Barro Duro, Tabuleiro, Jacarecica, entre outros.