quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Programação em espaços cênicos

Terceiro espetáculo
Segunda-feira, 23 de outubro





O espetáculo:
Em Dança Anfíbia, tomamos como ponto de partida a metáfora lançada por Gilberto Freire de ser “a gente alagoana uma gente anfíbia”. Pensamos num ser anfíbio como aquele que, mais que sobreviver em um ambiente, cria condições de criação e se faz nesse ambiente, se reinventando em meio a processos adaptativos. Dança anfíbia propõe um mergulho nas possibilidades evolutivas que a vontade de criar é capaz de gerar, entendendo o processo de criação em dança como um processo adaptativo. Neste processo, lançar-se nos riscos das descobertas, dos devires e das relações, admitindo as ambiguidades, ambivalências e contradições humanas como potencias de inventividade.

Ficha técnica:
Direção: Telma César
Dançarinos/as: Edson Santos, Joelma Ferreira, Reginaldo Oliveira
Figurino: Reginaldo Oliveira
Trilha sonora: Thomas Roher e Telma César
Luz: Moab Oliveira
Produção: Reginaldo Oliveira
Assessoria de Imprensa: Anita Karine Cavalcante
Fotografia: Jul Sousa e Nivaldo Vasconcelos


Duração:
50 minutos

Sobre a Cia:
A Companhia dos Pés foi criada em 2000, em Maceió-AL, sob direção de Telma César. Desenvolve processos de pesquisa visando à criação em dança como uma forma de ser,  existir, interferir e se comunicar no mundo. Tem como principal interesse o desenvolvimento de processos investigativos para a produção de conhecimento em dança, sobretudo, na forma de espetáculos. As principais referências para o desenvolvimento desses processos são o Sistema Laban, as abordagens corporais somáticas e as danças tradicionais e populares brasileiras. Os espetáculos da Cia dos Pés têm sido apresentados tanto em teatros, quanto em escolas e também têm sido desenvolvidos projetos em espaços urbanos. A Cia dos Pés realizou apresentações em várias cidades do interior de Alagoas e fora do Estado em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Recife, João Pessoa e  Fortaleza.

Serviço:
Dança Anfíbia se apresenta segunda-feira, 23 de outubro, no Teatro SESC Jofre Soares, às 19h.
Entrada gratuita



IMPORTANTE:
O espetáculo Dança Anfíbia contará com acessibilidade: Áudio-descrição.
Classificação etária: 16 anos
**As senhas serão entregues com uma hora de antecedência.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Entrevista

Foto: Amanda Bambu
Toni Edson é ator, dramaturgo, diretor, compositor e contador de histórias, doutorando (Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas / UFBA). Concentra sua pesquisa na contação de história na tradição djeli (Burkina Faso/África Ocidental) aplicada ao teatro de rua brasileiro. É membro fundador da Trupe Popular Parrua e do Grupo IWÁ e fez parte dos grupos Africatarina, Cachola no Caixote. Além de assumir diversas disciplinas voltadas para o teatro de rua e a contação de histórias, em cursos de graduação em artes cênicas em Santa Catarina, ministrou curso e oficinas como: Lendas Brasileiras para Contar e Cantar; Iniciação ao Teatro de Rua; Curso de Formação de Contadores de Histórias; Performatização Coletiva de Contos Africanos e Oficina Afro-contos; Oficina de Abayomis.

FESTAL: Há quanto tempo existe o grupo?
TONI: A Jahari Produções Artísticas, que produz o espetáculo, existe há cerca de 6 anos, mas o grupo do qual faço parte é chamado Iwá, foi fundado na Bahia,  em 2010, e agora, como moro em Alagoas e sou professor da Escola Técnica de artes da UFAL, o grupo atua nos dois estados.

F: Como é que vocês definem o grupo? O que é conceitualmente, artisticamente?
T: Somos um coletivo que pesquisa a oralidade, primordialmente com base em princípios africanos e ameríndios, atrizes e atores contadores de histórias, e buscamos através da palavra falada e da canção expandir nossos tentáculos e ressignificar o imaginário do público que nos assiste. 

F: E como é que é o processo criativo de vocês?
T: Investigamos narrativas, principalmente de tradição oral, ou que vieram da oralidade, criamos imagens e canções, e trazemos as histórias que são maiores que nós para nossa embocadura e através da sugestão de elementos imagéticos e vocais, nos tornamos ponte para a continuidade da transmissão oral.

F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
T: No BICHOS, CANTOS E ENCANTOS  reúno narrativas que conto há pelo menos seis anos, algumas há quase vinte, e dos cinco solos com contos que possuo, esse é o mais voltado para crianças. Costumo insistir que serve para todas as idades, mas há elementos lúdicos e canções que conseguem tocar desde os mais novos. O desafio, quando decidi reunir os contos, foi começar a trabalhar com elementos físicos, objetos e miniaturas de animais. O espetáculo estreou ano passado e já fez cerca de 70 apresentações em alguns estados do Brasil. No FESTAL, será apenas a sexta apresentação em terras alagoanas,  com muito orgulho!!

F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
T: O FESTAL tem uma importância ímpar no sentido de união e trabalho dos grupos, de visibilidade da arte alagoana em massa, e para as massas. O quesito da formação do público é excepcional, o FESTAL possui uma diversidade de ações e espaços que o tornam simplesmente IMPERDÍVEL, e o período do festival, praticamente um mês, também fortalece o movimento teatral alagoano e deixa marcas inestimáveis na sociedade.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
T: Entre contadores de histórias, dizemos que o(a) contador(a) precisa ir a todos os cantos de nossas comunidades e como minha apresentação acontece numa escola, minha responsabilidade é redobrada. Vou apresentar para os pequenos, potenciais artistas ou apreciadores de arte e considero de suma importância esse fato, porque vou entrar numa das casas deles, os espaços de formação deixam marcas indeléveis em nosso caráter e gostos. Estou ansioso, e contente com a possibilidade. 

Programação em espaços cênicos

Segundo espetáculo
Domingo, 22 de outubro






O espetáculo:
 Tarja Preta” é uma proposta da Cia do Chapéu, interessada em investigar a depressão na sociedade contemporânea. Longe da intenção de construirmos um espetáculo didático ou preso a uma temática, pretendemos dialogar metaforicamente com a questão. Interessa-nos mais pensar o corpo nessa situação, num contexto de melancolia, onde se confere estados corporais relacionados aos sintomas da doença. A partir de um universo que permeia o vazio, a solidão, a ansiedade, a apatia e a angustia, revelar uma partitura poética, numa atmosfera densa, relacionando esses estados às memórias da intérprete/criadora. Para além de qualquer personagem, a pessoa.
Dramaturgicamente, o silêncio é um guia, um condutor que revela o íntimo da situação, colocando a persona em um ambiente singular. A escuridão e o silêncio nos levam a um lugar infinito, sem fronteiras, onde temos uma percepção diferente de tempo e de espaço. A partir das memórias, constrói-se cenas e situações que revelam sentimentos e sensações diretamente ligados as condições dessa ambiente.
“Tarja Preta” reside na intenção de usar toda potencialidade que o corpo e o movimento possuem para discutir não somente essa doença – tão frequente e ao mesmo tempo multifacetada e, por isso, não raramente subestimada e negligenciada – mas também pensar a nossa sociedade, presa a um ritmo sempre mais acelerado e competitivo, nos estimulando ao isolamento e dificultando nossa relação com as frustrações a que estamos sujeitos diariamente.

Ficha técnica:
Direção: Donda Albuquerque e Thiago Sampaio
Elenco: Joelle Malta
Plano de luz: Donda Albuquerque
Execução do plano de luz: Lais Lira
Execução de cenografia: o grupo
Plano de Indumentária: o grupo
Sonoplastia: André Cavalcanti
Arte Gráfica: Alex Walker

Duração:
1 hora

Sobre a Cia:
A Cia. do Chapéu foi formada em 2002 e se define na sua multiplicidade de interesses, mas com maior ênfase no fazer teatral. A Cia. já realizou obras em outras linguagens e pretende continuar investigando as artes e seu papel político, estético e social. Promove em seu processo criativo, através da pesquisa estética, cênica, corporal, simbólica, textual e política, o teatro de grupo e em seus processos as concepções das obras são arquitetadas de forma democrática, com a participação integral dos membros do grupo. Cada escolha é tomada mediante discussão e investigação coletiva. As funções de direção, atuação, iluminação, sonoplastia, dramaturgia, produção entre outras, existem de acordo com as especialidades e interesses, porém não existe uma hierarquia nas escolhas. Assim, o processo criativo da Cia. do Chapéu é feito através da proposição coletiva e a pesquisa e prática artísticas. Tem em seu currículo espetáculos como: Apesar de Você, Alice!?, Uma Noite em Tabariz, Graças, Mal, Tarja Preta e Alice?!.

Serviço:
Tarja Preta se apresenta neste domingo, 22 de outubro, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso, às 19h.
Entrada Franca.

IMPORTANTE:
Classificação etária: 16 anos
**As senhas serão entregues com uma hora de antecedência.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Entrevista

Clemente Silva, Mestre Tininho, Fundador, Diretor e Coreógrafo do Grupo de Dança Àfojubá, é Mineiro de Belo Horizonte e há 43 anos, trabalha difundindo a cultura afro Brasileira. Iniciou seus estudos e pesquisas no final da década de 70 em BH, com a maior autoridade da Dança-afro Primitiva brasileira do Estado de MG, Marlene Silva, que foi iniciada na dança afro por Mercedes Batista, considerada a mãe da dança afro no Brasil na década de 30. Como dançarino, participou de várias apresentações em todo estado de MG, passou a ser assistente de Marlene Silva em 1981. Em 2014, criou o Grupo ÀFOJUBÁ como resultado das oficinas realizadas no ponto de cultura ILÚ ORÚM, o grupo é composto de dançarinos (as) oriundos da UFAL e do ponto de cultura.
 

FESTAL: Há quanto tempo existe o grupo?
CLEMENTE: Em 2014 criou o Grupo ÀFOJUBÁ como resultado das oficinas realizadas no Ponto de Cultura ILÚ ORÚM, o grupo é composto de dançarinos (as) oriundos da UFAL e do ponto de cultura. Temos 3 anos de existência.

F: Como é que vocês definem o grupo? O que é conceitualmente, artisticamente?
C: Grupo de Dança Afro Primitiva Brasileira.com conceito e estética primitivos oriundos de uma cultura africana com sintonia com a natureza e com a vida em geral. A dança africana se caracteriza por sua relação com a natureza e em tudo que ganha vida.

F: E como é que é o processo criativo de vocês?                              
C: Esse processo criativo é fundamental pra atingir os resultados dos trabalhos desenvolvidos nas aulas. Com inspirações de pesquisas e lendas. Sempre de uma linha de pesquisa.

F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
C: São quadros isolados de coreografias do Afro Primitivo. Relacionados aos 4 elementos da natureza: Água, Terra, Fogo e Ar. Mostrando a força destes com relação a força da mulher, do feminismo, da beleza feminina.  
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
C: Pra gente, o Festal vem contribuir para o engrandecimento e a difusão da Cultura em Alagoas.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
C: A melhor possível. É nestas iniciativas que Quebramos os paradigmas do Pré-conceito que existi dentro da sociedade.

Programação em espaços cênicos

Primeiro espetáculo
Sábado, 21 de outubro



Sinopse:
O espetáculo nasceu e foi construído a partir de um amor em comum: as crianças e tudo o que elas representam para um futuro melhor de uma cidade e/ou nação. Como poderíamos agradá-las tirando o meio de comunicação que elas mais se interessam: a televisão? Pensando dessa forma, criamos e construímos uma contação de histórias com textos clássicos da literatura nacional e estórias que são recontadas até hoje por seus pais e avós pelo senso comum.
O espetáculo Remendó é composto por quatro histórias contadas, encenadas e cantadas. Durante todo o espetáculo, os sete atores revezam entre personagens e narradores. Histórias como A Onça e o Coelho, A Lebre e a Tartaruga, O Colorido Camaleão e O Rato fazem parte do nosso espetáculo de contação de histórias que já agradou crianças e adultos. Intitulado Remendó justamente por ser uma espécie de remendo de uma história na outra.

Ficha técnica:
Anderson França (Ator);
Anny Santos (Vocal);
Claude Michel (Músico);
Emmanuel Silva (Ator);
Jéssica Oliveira (Atriz);
Jorge Luís Júnior (Ator);
Lelly Barbosa (Atriz);
Nanny Silva (Atriz).

Duração:
50 minutos

Sobre o grupo:
A Cia de teatro Flor do Sertão surgiu em janeiro de 2013, com um ideal sincero e fundamentado de incentivar cada vez mais a cultura teatral em Penedo e regiões adjacentes através de espetáculos lúdicos, agradáveis, musicais e que utilizam o fantástico para o público infantil e espetáculos curiosos, regionais e divertidos para o público adulto. A Cia possui dois grandes espetáculos, um para cada público alvo, em sua grade curricular. São eles: O Casamento de Maria Feia – Rutinaldo Miranda Junior, espetáculo adulto regional; e “REMENDÓ”. A Cia hoje é composta por dez pessoas, cuja trajetória é polivalente referente à área teatral: atores, músicos, professores.

IMPORTANTE:
O espetáculo Remendó contará com acessibilidade: Audiodescrição e Intérprete de LIBRAS.
Classificação etária: LIVRE
**As senhas serão entregues com uma hora de antecedência.

Programação - 21 a 27 de outubro


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Entrevista

Ígor Augusto, licenciado em Teatro pela UFAL, ator e professor de Arte de Arapiraca e Taquarana, no interior do Estado. Atualmente está como diretor geral da Escola Estadual Santos Ferraz, ator e diretor na Cia Insanos e diretor do Grupo de Teatro Santos Ferraz.
O espetáculo Alagados, apresentado voluntariamente na Escola Municipal Pompeu Sarmento, venceu o Festival Estudantil do estado. 
 
FESTAL: Há quanto tempo existe a Cia?
IGOR: A Cia Insanos - Teatro Camboio de Doido surgiu há dez anos na Escola Estadual Santos Ferraz, mesma escola onde esse ano surge o Grupo de Teatro Santos Ferraz.

 
F:Como é que vocês definem a Cia? O que é conceitualmente, artisticamente?
I: A Insanos surgiu com uma preocupação de relatar problemas psicológicos e sociais através da arte, logo depois começou-se o estudo do teatro do Absurdo e teatro Físico em seus experimentos. Como nossa cidade não possui prédio teatral, enveredamos pelas ruas taquaranenses e fizemos da própria cidade nosso palco, onde já percorremos escolas, ruas, praças, sítios; ampliando, assim, nosso estudo pra o teatro de Rua. Nesse espetáculo junto com o Ferraz utilizamos da linguagem da Rua, das comédias escrachadas e de elementos dos palhaços circenses para compor o primeiro espetáculo do Grupo.
 
F: E como é que é o processo criativo de vocês?
I: São vários: partimos de textos, de impressões, de ilustrações, de jornais. Nesse espetáculo em especial partimos de narrativas conhecidas por membros do grupo. E a partir dessas narrativas construímos um fio como o narrador e costuramos uma colcha de retalhos memoriais que acabou dando no espetáculo ALAGADOS.
 
F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
I: ALAGADOS conta a história de Alagoas desde quando era Capitania de Pernambuco até os dias de hoje, sem nenhuma preocupação com o lapso temporal existente. Partimos de histórias de hoje, vamos ao futuro, recorremos ao passado e voltamos ao presente novamente. São causos e acasos: comédias, dramas familiares, terror, tragédia, fábula, farsa, realismo. Sete histórias: O Nascimento de Alagoas, O Sapateiro de Atalaia, A Miss Paripueira, A Santa Cruz de Taquarana, O Lobisomem do Coité e A Cachorra Doida de Palmeira, A Enchente de Quebrangulo e o Rio São Francisco. Nesse espetáculo, o Grupo homenageia três companhias de teatro de Alagoas: ATA, JOANA GAJURU e INSANOS.
 
F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
I: O FESTAL precisa existir pra fortalecer antigos e novos grupos alagoanos. Em especial grupos advindos do interior. Pois se fazer teatro na capital, Maceió, já se configura um ato difícil, quiçá no interior onde nem edifício teatral se cogita ter. O Grupo Santos Ferraz traz esse primeiro espetáculo com a direção da Insanos com o objetivo de fomentar a nossa terra e fortalecer o teatro em Alagoas, em especial no interior. É preciso que a crítica de teatro alagoana saia da capital e comece a percorrer o resto do Estado: há teatro sendo feito por aqui, e teatro de qualidade. É necessária a troca de conversas e diálogos, mas seria mais necessário a vinda do FESTAL nesses lugares também. Moramos num estado pequeno e acredito que os grupos interioranos estão de portas abertas pra uma edição do FESTAL no interior.
 
F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
I: Os jovens atores e atrizes do Grupo estão muito empolgados com essa viagem a Maceió novamente pra apresentarem Alagados. Esperamos que com esse Festival na manga possamos crescer e trocar experiências com outros fazedores de teatro dessa rede que é o FESTAL.

domingo, 15 de outubro de 2017

Programação nas escolas - Espetáculos

20/10
Meu Pé de Fulô
Cia Teatro da Meia Noite




 
Sinopse:
“MEU PÉ DE FULÔ”, espetáculo infantil contemplado com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2008, inspirado no texto de Paulo Sarmento, digo, readaptado, pois apesar da integridade total do texto, novos elementos foram incorporados a trama, uma trilha sonora original regionalista criada cena a cena, animações e cenários virtuais em preto e branco relembrando os desenhos da literatura de cordel, onde pontuam tempo e espaço, além da alusão ao teatro mambembe, ao teatro de animação e a mistura multifacetada dos gêneros: Teatro e Audiovisual, uma deliciosa brincadeira onde homenageamos as Manifestações da Cultura Popular Nordestina, através de releituras nos figurinos e adereços, os contadores de história, os livros infantis, as fábulas, onde podemos sonhar e ir além, tornar nossos sonhos infantis em realidade.

Ficha técnica:
Dramaturgia: Paulo Sarmento.
Direção Geral: Julien Costa.

Elenco (por ordem de entrada):
Rid Teixeira (Rosinha)
Julien Costa (João Cravo)
Lucas Darlan (Zé Fulô )

Direção Musical: Lima Neto.
Trilha Sonora Original: Paulo Sarmento, Lima Neto e Julien Costa.
Interpretes: Lima Neto, Rochelli Messias, Laís Queiroz, Mariana Fagundes, Edson Pepo, Paulo Sarmento e Julien Costa.
Músicos: Cícero Ferreira da Silva (Sanfona e Zabumba), Edson Pepo (Pandeiro e Surdo I), Luiz Gonzaga dos Santos (Surdo II), João Roberto Silva dos Santos (Taró), Elias Procópio de Lima (Viola Sertaneja), Chau do Pife (Pífano), Edson de Lima (Trombone) e Tércio Smith (Viola I e Viola II).
Mixagem/Masterização: Clilton Feitosa.
Sonoplastia e projeção: Rilton Costa (execução).
Iluminação: Julien Costa (concepção) e Meson Lira (execução).
Cenografia: Claudemir Santos e Junior Rodrigues (concepção); Fernando Pedroza Jr (1º esboço).
Animação: Weber Bagetti/Núcleo Zero (criação), Guilherme Ramos e Luiz Siqueira (1º esboço).
Figurinos: Robertson Costa (concepção) e Valéria Monteiro (execução).
Adereços e Materiais de cena: Robertson Costa (concepção), Junior Rodrigues (concepção e execução) e Luiz Gonzaga dos Santos (execução).
Maquiagem: Robertson Costa, Julien Costa (Concepção), Pierre Pellegrine (concepção e 1ª execução), Rochelli Messias e Rilton Costa (execução).
Desenhos de figurinos/adereços/materiais de cena: Jaguar SS.
Material Gráfico: Weber Bagetti/Núcleo Zero (criação).

Duração:
50 minutos

O grupo:
A Companhia Teatro da Meia-Noite Artistas Associados, é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, com fins culturais, tem por finalidade contribuir para o desenvolvimento da arte e cultura alagoana, mediante o fomento, a promoção, o planejamento e a execução de atividades artísticas, realização de cursos, seminários, palestras, encontros, eventos e intercâmbios com Entidades Congêneres.
Propondo experimentos artísticos diversos, foi fundada em 2001 e estreou no ano seguinte seu primeiro espetáculo, “Cinco Para o Cadafalso”, uma adaptação livre de “Noite da Taverna”, de Álvares de Azevedo (1831-1852).

Curiosidade:
Em 2004, tornou-se “Ponto de Cultura” (Circo-Escola de Incentivo as Artes - C.E.I.A.), através do Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, trabalhando com jovens alagoanos em situação de vulnerabilidade social. A estreia da primeira turma de alunos do Ponto de Cultura, o espetáculo teatral “A Involução do Homem (Da Pré-História ao Século XXI)” foi realizada em 07 de setembro de 2006, no Teatro Deodoro, em Maceió, com um elenco de 70 jovens, que interpretaram, dançaram e cantaram os questionamentos da cultura periférica acerca do (verdadeiro) papel do homem na sociedade.

Serviço:
O espetáculo teatral Meu Pé de Fulô se apresenta nesta sexta-feira, 20 de outubro, na Escola Municipal Silvestre Péricles, no bairro do Pontal da Barra, às 19h30, para estudantes do EJA.

Programação nas escolas - Espetáculos

19/10
Do Barro ao Sangue
Cia de Teatro Vers'Artes




Sinopse:
“Do Barro ao Sangue, baseado em “A Beata Maria do Egito”, obra de Rachel de Queiroz, resgata elementos regionalistas e históricos, misturando emoção e divertimento. A história é composta por 4 (quatro) personagens, cada um com traços do povo sertanejo: a religião (beata), o poder (Coronel e Tenente) e a submissão (cabo). Inicia com uma procissão como cortejo. Conta, ainda, com músicas originais, de composição do músico Regis Curió, a cargo da sonoplastia. Apesar de se desenvolver numa delegacia, se mostra dinâmica do início ao fim, com direito a uma reviravolta. A história da beata Maria do Egito questiona o espaço do bem e do mal nas relações humanas, retomando a máxima maquiavélica de que o “fim justifica os meios”. Dessa forma, além do aspecto do entretenimento, a encenação pretendida tem valor histórico, cultural e crítico. A adaptação cuja proposta é submetida traz os atores cobertos de barro, como elemento signo de pureza, religiosidade, da criação do homem, sendo comum em todo o nordeste e principalmente em nosso estado Alagoas como matéria prima para criação de artesanato e casas.

Ficha técnica:
Diogo Palmeira - ator.
Flávio dos Anjos - ator.
Jany Santos - atriz.
Luciano Rodrigues - ator.
Régis Curió - sonoplastia.
Saulo Porfírio - direção.
Rozebel Tenório - iluminação.
Michelângello Marciel - contra regra.

Duração:
1 hora

O grupo:
O Grupo Vers’Artes, formado por atores Egressos da Escola Técnica de Artes ETA/UFAL está com o primeiro espetáculo “Do Barro ao Sangue”, que foi finalizado com trabalho árduo de 2 anos. Com o processo criativo do grupo e com muitas pesquisas, chegamos a esse resultado, que é uma mistura de cultura religiosa, embolada e o resgate da cultura do barro (com os oleiros).
Estreamos no dia 30 de abril de 2016, em Ipioca. Logo após, fomos convidados através da Secretária Municipal de Cultura de São Miguel dos Campos-Alagoas para fechar a Programação da Semana Nacional de Museus, no dia 19 de Maio com a Oficina de Teatro “Da Rigidez ao Descobrimento do Boneco Ator”, contemplando 30 pessoas da comunidade e no dia 20 de Maio com o Espetáculo “Do Barro ao Sangue”. No dia 29 de Julho de 2016, para participar do Projeto Formação de Plateia, levando em três Sessões quase 600 alunos da Rede Municipal ao Teatro.

Curiosidade:
A primeira apresentação do grupo foi no dia 1 de setembro de 2016 no Projeto Quintas no Arena realizado pela DITEAL.

Serviço:
O espetáculo Do Barro ao Sangue se apresenta nesta quinta-feira, 19 de outubro, na Escola Municipal Silvestre Péricles, no bairro do Pontal da Barra, às 19h30, para estudantes do EJA.

Programação nas escolas - Espetáculos

19/10
Bichos, Cantos e Encantos
Jahari Produções Artísticas


 
 
Sinopse:
Os bichos guardam mistérios que revelam muito sobre nós mesmos... E guardam num canto tão bonito de nosso coração, que só podemos nos encantar com seus falares, sons, movimentos e... cantos. E sem contar com gente que vira bicho, bicho que parece gente!
"Bichos, Cantos e Encantos" reúne histórias da tradição oral de povos indígenas e povos africanos, além de um belo conto de autor com temática indígena. Uma história cantada e algumas canções que despertam o imaginário infantil e permite que as crianças vejam os bichos que guardam em si.

Ficha técnica:
Concepção, adaptação e interpretação, e concepção de canções: Toni Edson

Duração:
45 minutos

O Artista:
Toni Edson é ator, dramaturgo, diretor, compositor e contador de histórias, doutorando (Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas / UFBA). Concentra sua pesquisa na contação de história na tradição djeli (Burkina Faso/África Ocidental) aplicada ao teatro de rua brasileiro. É membro fundador da Trupe Popular Parrua e do Grupo IWÁ e fez parte dos grupos Africatarina, Cachola no Caixote. Além de assumir diversas disciplinas voltadas para o teatro de rua e a contação de histórias, em cursos de graduação em artes cênicas em Santa Catarina, ministrou curso e oficinas como: Lendas Brasileiras para Contar e Cantar; Iniciação ao Teatro de Rua; Curso de Formação de Contadores de Histórias; Performatização Coletiva de Contos Africanos e Oficina Afro-contos; Oficina de Abayomis.

Curiosidade:
Toni é um sergipano que cresceu aproveitando e apreciando as manifestações de cultura popular. Começou a “bulir” com teatro aos 11 anos e a primeira esquete que escreveu (dirigida coletivamente e na qual atuou) possuía uma paródia de uma música de Luiz Gonzaga e um forte apelo ecológico. Aprendeu a fazer muita coisa em teatro, vendo e fazendo, e nossa cultura teatro-musical sempre encantou. O encanto pelo teatro popular, pela contação de histórias tradicionais e especificamente, o teatro feito na rua, foi crescendo durante sua graduação em Artes Cênicas, na UDESC.

 
Serviço:
O espetáculo Bichos, Cantos e Encantos se apresenta nesta quinta-feira, 19 de outubro, na Escola Municipal Padre Brandão Lima, no Bairro do Pinheiro, às 16h, para crianças do 1º ano 5º ano do Ensino Fundamental 1.

Programação nas escolas - Espetáculos

18/10
Afojubá - Presença
Grupo de Dança Afojubá




Sinopse:
A apresentação se inicia com a apresentação da percussão e, em seguida, segue com as coreografias e canto.

Ficha técnica:
Coreógrafo: clemente soares da silva.
Dançarinos:
Maria do Rosário de Souza
Luiz Eduardo da Silva Filho
Jairon Gomes dos Santos
Ana Carla de Moraes da Silva
Edjane dos Santos Oliveira.
Luciano Rodrigues da Silva.
Cantora: Edilza Santos Batista
Percussão:
Sérgio Santana de Freitas
Dalmo Almeida dos Santos
Helenivaldo dos Santos Bispo

Duração:
25 minutos

O grupo:
O Grupo ÁFOJUBÁ nasceu em 2014 do resultado das oficinas realizadas no ponto de cultura ILÚ ORÚM. Realizou apresentações no espaço cultural da UFAL (semana da consciência Negra), Festival de Maculelê no SESC Poço, Giro de Folguedos (calçadão do comércio), Museu Theo Brandão (fórum Mestre Zumba), Festa das águas, participação especial no lançamento do clip do “Povo de Exú”, “Brasil de todos cantos e encantos no sindicato dos bancários, Festival Por do Sol Cultural, Xangô Rezado Alto que já uma tradição em Alagoas.

Curiosidade:
O grupo é composto de dançarinos(as) oriundos da UFAL e do ponto de cultura ILÚ ORÚM.

Serviço:
O espetáculo de dança Afojubá - Presença se apresenta nesta quarta-feira, 18 de outubro, na Escola Municipal Luiz Pedro da Silva I, no bairro Petrópolis, às 19h30, para estudantes do 1º ano do Ensino Fundamental 1 ao 9º ano do Ensino Fundamental 2.

Programação nas escolas - Espetáculos

18/10
Um Trem de Histórias
Cravo, Contador de Histórias
 
 


 
 
Sinopse:
Cravo, contador de histórias, se inspira nas imagens das quatro estações do ano associando-as a estações de paradas de um trem imaginário; onde transitam quatro histórias do repertório da oralidade popular. A utilização de bonecos será uma recorrência às narrativas. A trilha sonora é composta de tradicionais músicas de domínio público, com improvisações que conduzem todas as narrativas. Os figurinos, adereços e coreografias se completam na composição da espetacularidade de toda cena.
"Um Trem de histórias" é uma proposta de afirmação e consolidação da oralidade popular. Com direção e dramaturgia de Homero Cavalcante, no elenco Arnaldo Ferju e Gidelson Silva fazem uma viagem lúdica e rica em um teatro de vivências populares, dedicado ao público infanto-juvenil.

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Homero Cavalcante
Figurinos e cenário: Arnaldo Ferju e Homero Cavalcante
Plano de luz: Arnaldo Ferju
Arte gráfica: Agélio Novaes
Operador de luz: Abides de Oliveira
Produção: Arnaldo Ferju e Abides de Oliveira
Elenco: Arnaldo Ferju e Gidelson Silva

Duração:
1 hora

O grupo:
Cravo, Contador de Histórias tem dez anos de atuação nas artes cênicas de Alagoas, com trabalhos apresentados em escolas, livrarias, ongs, teatros e espaços diversos. Com o espetáculo Um Trem de Histórias, o grupo participou em 2016 do projeto Quintas no Arena, da Diretoria de Teatros de Alagoas (Diteal), Mostra Arte Primavera, do Centro Cultural Arte Pajuçara, e o Projeto Cultura na Base, da Secretaria de Cultural do Estado de Alagoas (Secult). O grupo é formado por Arnaldo Ferju, que é ator, contador de história, palhaço, recreador, iluminador, figurinista e cenotécnico. Formado pelo Curso Técnico de Formação do Ator (UFAL), atua como ator desde 1999. Participam do grupo, como colaboradores, o diretor e dramaturgo Homero Cavalcante (considerado um dos grandes nomes da arte cênica de Alagoas), o ator e diretor Abides de Oliveira, que desenvolveu durante mais de 10 anos um trabalho de destaque no grupo Joana Gajuru, e Gi Silva, músico e ator alagoano.

Curiosidade:
Arnaldo Ferju tem trabalhos desenvolvidos com diversos artistas e grupos de Alagoas, como ATA, Joana Gajuru, Ivana Iza, Daniela Beny, Homero Cavalcante, Sue Chamuska, Cia Nêga Fulô.

Serviço:
O espetáculo Um Trem de Histórias se apresenta nesta quarta-feira, 18 de outubro, na Escola Municipal Luiz Pedro da Silva IV, no bairro Cidade Universitária, às 16h, para estudantes do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental 1.