terça-feira, 27 de março de 2018

FESTAL: Reunião do dia 27 /03

Viva o FESTAL!
Hoje no dia do Circo e do Teatro aconteceu mais uma reunião de organização do FESTAL 2018. Muitas decisões importantes foram votadas e discutidas na noite de hoje.
Presente representações dos grupos:

Código 8, OZinformais, Joana Gajuru, Núcleo Presente, Cia do Chapéu, Coletivo Volante de Teatro, Coletivo Hetéaçã, Cia LaCasa, Cia do Teatro da Meia Noite, Clowns de Quinta, Cia dos Pés e Teatro da Poesia.
Vem pro Festal!
O Festal 2018 foi aprovado pelo prêmio Algás Social!
Registros de Rayane Góes e David Oliveira.






















terça-feira, 20 de março de 2018

Festal 2018: Primeiro Encontro


Aconteceu, nesse dia 20/03, na sala da orquestra do Complexo Cultural do Teatro Deodoro às 19h a primeira reunião de organização do Festal 2018.



A noite iniciou-se com uma dinâmica e a leitura de um texto de celebração das artes cênicas em Alagoas.



Nivaldo Vasconcelos, Rayane Góes e Bruno Alves apresentaram a todas as pessoas presentes a proposta do festival aprovada pela Algás Social. Ao longo da apresentação as pessoas participantes iam colocando questões e observações.



A reunião teve fim às 22h com uma pauta para a reunião seguinte:

1) Definição das equipes de trabalho;
2) Escolha da forma de convocação dos 15 espetáculos que irão compor a programação em 2018.

Representações de grupos presentes:


Coletivo Volante de Teatro, Cia do Chapéu, Cia Os Ves'artes, Cia de Teatro da Meia Noite, Cia La Casa, Teatro da Poesia, Código 8, Cia dos Pés, Clowns de Quinta, Armorial Teatro de Bonecos, Coletivo Hetéaçã, OZinformais e Cia Insanos (Taquarana-AL).









terça-feira, 13 de março de 2018

FESTAL 2018: Convocatória da 1º Reunião


Chegou a hora de colaborar na construção do IV Festival de Artes Cênicas de Alagoas - FESTAL!
O FESTAL 2018 é um dos projetos contemplados pelo edital Algás Social Algás - Gás de Alagoas S.A.. É um festival colaborativo gerado e gerido por grupos e artistas alagoanxs.
Esse ano a Memória das Artes Cênicas Alagoanas é o fio condutor dessa jornada.

#agende-se! #espalha #comparece #colabora



quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Convite

O cineasta René Guerra te convida para a 3ª edição do #Festal.


Convite

O ator Igor Araújo te convida para a 3ª edição do #Festal.

De hoje a sábado, o #FESTAL2017 tem programação:

25/10 - Espetáculo Vals-AR, da T&W Dança de Salão.
             Teatro SESC Jofre Soares (Centro)

26/10 - Espetáculo Alice!?, da Cia do Chapéu
             Rex Jazz Bar (Jaraguá)

27/10 - Espetáculo Incelença, do Coletivo Volante
             Espaço Cultural da Ufal (Pça Sinimbu)

*Todos os espetáculos começam às 19h e tem entrada franca.

28/10 - Festa de encerramento
            Rex Jazz Bar (Jaraguá) - 21h
            Ingressos: R$10 meia / R$20 inteira






Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!

Crítica

Crítica sobre o espetáculo TARJA PRETA - Cia do Chapéu (Maceió/AL)

Por Bruno Alves*


Foto: Nyrium


Estamos em uma sala escura.
O tic tac do relógio anuncia que vai começar uma jornada em uma madrugada dentro de um corpo insone, corpo do nosso tempo, nosso corpo ali talvez, presentificado em Joelle Malta. Corpo que se repete e se desloca no "silêncio" e no escuro.
Relógio parado. Tempo parado. Tempo que parece nunca passar. Minutos que duram uma eternidade no corpo de quem sente.
A Cia do Chapéu, que celebra em 2017 seus quinze anos de atuação, retorna com o espetáculo "Tarja Preta" estreado em 2014. Nele, somos convidados a testemunhar, a se fazer presente dentro da temática da depressão em nossa sociedade.
Nenhuma palavra se fez necessário verbalizar para que a ação dramatúrgica se fizesse forte e impactante. É a imagem, a luz, a sombra, a respiração, a repetição dos movimentos que nos contam como é viver dentro desse corpo.
A dramaturgia do espetáculo é construída a partir dessas imagens potentes, como um filme que se desenha em nossa frente. É a ação. A ação no escuro. A ação sendo mostrada através da luz. O relógio que parece não fazer passar o tempo, a comida que não consegue ser engolida e o corpo fastioso, o corpo que se rasga para aplacar a dor.
Joelle ali naquele espaço em que desenha sua ação entre a luz e o escuro nos transporta para dentro dessa história e nos deixa ver como testemunhas bem próximas.
Uma luz é construída a cada ação, e eis que essa luz sempre me chamou atenção desde a estreia em 2014, por criar imagens fortes. Uma luz cada vez mais precisa sendo manipulada de uma forma que não sabemos quem está por trás, se é um(a) técnico(a), ou se somos nós. O poder da luz vai ganhando cada vez mais força quando percebemos que agora é aquele corpo que a manipula, que dança com ela no espaço. Uma dança que nos deixa aflito, que desenha no espaço angústias e inquietações.
Joelle constrói esse corpo potente, que comunica, que faz uma anatomia do assunto, desenhando de forma honesta e sem melindres. Mostrando de forma forte, como é na vida real. Ela está entregue. O mínimo dentro do espetáculo é muito para nos fazer entender a dimensão do assunto.
Joelle Malta se coloca diante da situação. Transita entre memórias e criar um universo coletivo que nos faz estar ali em cena.
Resta o silêncio ao final. O silêncio e o tic tac do relógio dentro de nós.

Foto: Nivaldo Vasconcelos


Ficha técnica:
Direção: Donda Albuquerque e Thiago Sampaio
Elenco: Joelle Malta
Plano de luz: Donda Albuquerque
Execução do plano de luz: Lais Lira
Execução de cenografia: o grupo
Plano de Indumentária: o grupo
Sonoplastia: André Cavalcanti
Arte Gráfica: Alex Walker


*Bruno Alves é ator e dramaturgo/tecedor do Coletivo Volante de Teatro.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Convite

O #FESTAL2017 entra em sua reta final, mas ainda dá tempo de participar da festa das Artes Cênicas de Alagoas.

O cantor Igbonan Rocha te convida para a 3ª edição do nosso festival. Prestigie!


Programação - Grupo de Trabalho

Dia 09/10, tivemos o nosso segundo grupo de trabalho.
 
GT - A produção da crítica em Artes Cênicas: um espaço a se criar em Alagoas, mediado por Elizandra Lucca (Cia Reka de Teatro) e Bruno Alves (Coletivo Volante). Local: Musicoteca do SESC Centro.

Registro fotográfico de André Cavalcanti na nossa FanPage.

Foto: André Cavalcanti

Espetáculos nas escolas

Foto: Alexandra Souza

No dia 06 de outubro, a Escola Estadual Geraldo Melo dos Santos, no Conjunto Graciliano Ramos, recebeu com muito carinho o espetáculo teatral Bem Me Quer da Associação Teatral Joana Gajuru.
Confira o registro fotográfico completo de Alexandra Souza na nossa FanPage.

Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!
#FESTAL2017

Espetáculos nas escolas

Foto: Nyrium
No dia 05 de outubro, a Escola Estadual Profª Ana Coelho Palmeira, em Jacarecica, recebeu com muito carinho o espetáculo circense Uma Tarde de Risos e Mágica com Jesús Rojo.
 
Confira o registro fotográfico completo de Nyrium na nossa FanPage.

Participe da festa das Artes Cênicas de Alagoas!
#FESTAL2017

Entrevista

Arnaldo Ferju é ator, contador de história, palhaço, recreador, iluminador, figurinista e cenotécnico. Com formação pela Universidade Federal de Alagoas, Arnaldo Ferju é o Cravo, Contador de História.

FESTAL: Há quanto tempo existe o grupo?
ARNALDO: O grupo Cravo, Contador de Histórias tem dez anos de atuação nas artes cênicas de Alagoas, com trabalhos apresentados em escolas, livrarias, ongs, teatros e espaços diversos.

F: Como é que vocês definem o grupo? O que é conceitualmen-te, artisticamente?
A: O trabalho do Cravo, contador de história, é voltado para a infância e juventude. O grupo busca sempre desenvolver a contação a partir de história que vão desde os clássicos ao popular. Mas também é criada a contação a partir de temas que são sugeridos. No Trem de Histórias, por exemplo, temos uma proposta de afirmação e consolidação da oralidade popular.

F: E como é que é o processo criativo de vocês?
A: Sempre é realizado a partir de histórias que queremos levar à cena. Em Um Trem de Histórias, queríamos trazer as quatros estações do ano para o espetáculo. Primavera, verão, outono e inverno fazem a ligação com as quatro histórias que são encenadas. E, durante o processo, surgiu a ideia de usar o teatro de fantoche, que também é uma característica permanente no nosso trabalho.

F: Fala para gente sobre seu espetáculo.
A: Cravo, contador de histórias, se inspira nas imagens das quatro estações do ano associando-as a estações de paradas de um trem imaginário; onde transitam quatro histórias do repertório da oralidade popular. A utilização de bonecos será uma recorrência às narrativas. A trilha sonora é composta de tradicionais músicas de domínio público, com improvisações que conduzem todas as narrativas.

F: Para você qual a importância do FESTAL na cena alagoana?
A: O Festal traz a possibilidade dos artistas e grupos locais mostrarem seu trabalho. É um evento de consolidação das artes cênicas de Alagoas. E o mais importante: é uma iniciativa dos grupos e dos artistas, sem depender dos gestores públicos. O Festal mostra como é fundamental a união da classe artística.

F: Qual a expectativa acerca de sua participação no FESTAL 2017?
A: A melhor possível. Apresentar e mostrar nosso trabalho para crianças que estudam em escolas públicas, tão carentes de eventos culturais e do teatro. Creio que muitos desses estudantes nunca foram ao teatro ou assistiram a um espetáculo. Minha gratidão a essa oportunidade que o Festal está dando a todos os grupos e artistas alagoanos. Somos gratos. Parabéns a todos que fazem o Festival de Teatro de Alagoas.

Encerramento do #FESTAL2017



Bora?

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Programação nos espaços cênicos

Sétimo espetáculo
Sexta, 27 de outubro




Sinopse:
"Mães fazem morada na ausência dos filhos mortos pela violência. O descotidiano é revivido em uma incelença que ecoa em seus corpos. Um grito de socorro escorre pelas  paredes." 

Ficha técnica:
Direção: Gessyca Geyza
Texto:  Bruno Alves
Elenco:  Bruno Alves,  Nathaly  Pereira,  Nivaldo Vasconcelos,  Rayane Wise, Thiago Amorim e
Wanderlândia  Melo.
Designer Gráfico e  Fotografia: Nivaldo Vasconcelos
Iluminação e  Figurino: Uma construção coletiva

Duração:
50 minutos

Sobre o Coletivo:
O Coletivo Volante foi oficialmente fundado em janeiro de 2014 pelo ator Bruno Alves durante o processo de montagem do seu primeiro trabalho em diálogo com estudantes de música da Universidade Federal de Alagoas.
Em agosto de 2015, em parceria com a Escola Técnica de Artes – ETA/UFAL e a direção do professor Toni Edson, foram aprovados no Programa de Iniciação Artística da Universidade Federal de Alagoas com o qual em seis meses realizaram oficinas de contação de histórias na Aldeia Wassul-Cocal na cidade de Joaquim Gomes – AL. Das o_cinas resultou a roda de contação de histórias ameríndias “Cocar de Histórias” que se apresentou em espaços alternativos de Maceió e do interior do estado. Tem em seu currículo os espetáculos Volante e Incelença, além da Websérie Texto Ex Machina, parceria com o Estúdio Atroá.

Serviço:
Incelença se apresenta sexta-feira, 27 de outubro, no Espaço Cultural da UFAL (Praça Sinimbu), às 19h.
Entrada gratuita

IMPORTANTE:
O espetáculo contará com acessibilidadeLIBRAS.
Classificação etária: LIVRE
**As senhas serão entregues com uma hora de antecedência.

Programação em espaços cênicos

Sexto espetáculo
Quinta, 26 de outubro




Sinopse:
O espetáculo “Alice!? é a mais recente montagem da Cia do Chapéu. A peça é uma adaptação da obra do autor inglês Lewis Carroll e trata da aventura da jovem Alice por um país completamente diferente e estranho para ela. O grupo encontrou nesse texto uma ótima oportunidade para refletir sobre a questão da identidade na contemporaneidade, onde as fronteiras que definem os indivíduos apresentam-se em constante mobilidade, pondo em jogo todo e qualquer noção de clareza sobre nós mesmos e, ainda, sobre os outros. Nesse sentido, a presente montagem também é uma maneira do próprio grupo se repensar enquanto coletivo de artistas e comemorar seus 15 anos ininterruptos de atuação através da releitura de uma das suas primeiras e mais importantes montagens.

Ficha técnica:
Direção: Thiago Sampaio
Elenco: Donda Albuquerque, Joelle Malta, Lais Lira, Larissa Lisboa e Magnun Ângelo
Música: André Cavalcanti

Duração:
1 hora

Sobre a Cia:
A Cia. do Chapéu foi formada em 2002 e se define na sua multiplicidade de interesses, mas com maior ênfase no fazer teatral. A Cia. já realizou obras em outras linguagens e pretende continuar investigando as artes e seu papel político, estético e social. Promove em seu processo criativo, através da pesquisa estética, cênica, corporal, simbólica, textual e política, o teatro de grupo e em seus processos as concepções das obras são arquitetadas de forma democrática, com a participação integral dos membros do grupo. Cada escolha é tomada mediante discussão e investigação coletiva. As funções de direção, atuação, iluminação, sonoplastia, dramaturgia, produção entre outras, existem de acordo com as especialidades e interesses, porém não existe uma hierarquia nas escolhas. Assim, o processo criativo da Cia. do Chapéu é feito através da proposição coletiva e a pesquisa e prática artísticas. Tem em seu currículo espetáculos como: Apesar de Você, Alice!?, Uma Noite em Tabariz, Graças, Mal, Tarja Preta e Alice?!.

Serviço:
Alice?! se apresenta nesta quinta-feira, 26 de outubro, no Rex Jazz Bar (no Jaraguá), às 19h.
Entrada Franca

IMPORTANTE:
Classificação etária: LIVRE

**As senhas serão entregues com uma hora de antecedência.

Programação em espaços cênicos

Quinto espetáculo
Quarta, 25 de outubro


Sinopse:
Vals-AR é um espetáculo de Dança baseado no elemento Ar e em várias de suas características: a importância para a vida, o toque do vento que sentimos, a leveza e a suavidade e suas implicações quando ele falta. A ideia é abordar o Ar nas suas mais diversas situações: a falta dele (com qualidade) na poluição; sua pureza (que ainda existe em lugares); a falta dele ao fazermos certas atividades; a temperatura que pode variar bruscamente, o que é muitas vezes sentido por causa do ar; a sua necessidade e interferência na criação dos sons; sua volatilidade e ao mesmo tempo consistência, sua  presença em todos os lugares que cotidianamente transitamos. Quando falamos de Ar, lembramos que ele compõe os ventos, que podem apenas nos mostrar uma leve brisa, ou um furacão que causa desastres.  Para a composição coreográfica foram utilizadas diversas técnicas:  Dança Contemporânea,  Danças de Salão, Teatro e  Danças Clássicas. Estas técnicas fazem parte das vivências dos 6 (seis) bailarinos. Ao dançar pensou-se em movimentos que trazem leveza e suavidade, mas ao mesmo tempo vigor e segurança.  Como proposta permanente de valorização da arte local, utilizamos Valsas de cantores e compositores alagoanos e também versos de poetas alagoanos, pois a palavra falada não existe sem o ar.  É disso que trata o espetáculo, a penetrabilidade do ar em nós, sendo colocado bailarinos em cena que trarão algumas das muitas possibilidades de “ver”, sentir e trazer para o público a necessidade de também enxergar esse ar a nossa volta e de que  
tanto precisamos.

Ficha técnica:
Direção e Coreografia: Wallisson  Melquisedec  
Bailarinos:  Integrantes da Cia T&W  Dança de Salão  
Músicas:  Beleza delicadeza de Gustavo Gomes e Vera  Rocha, na voz de Wilma Araújo; Valsinha de  Esquinas de  Mácleim e  Ricardo  Duna, na voz de  Irina Costa e  Mácleim; O cravo, folclore brasileiro  
Poesias:  Poema 26 do livro Abraços, e poemas 21,  15,  10 e 24 do livro A rede do Anjo, de  Arriete Vilela.  Poema  Estágio de voo num ritual de mar e pedra (segundo estágio), de  Otávio Cabral. 

Duração:
55 minutos

Sobre o grupo:
A T&W  Dança de Salão é um espaço voltado para o ensino das  Danças de Salão e criação artística em  Dança e  Teatro. Os professores e bailarinos Ticiani e Wallisson são os únicos em Alagoas que possuem pro ciência em todos os gêneros de dança de salão, com mais de  13 anos de experiência na dança e no teatro.  Em 2013 fundaram a T&W  Dança de Salão, com o  objetivo de fomentar a cultura da  Dança de Salão no estado de Alagoas, trazendo  conhecimento para todos sobre essa arte.  Idealizadores do primeiro espetáculo de  Dança  de Salão do estado de Alagoas e da série de intervenções “Ando, logo  Danço”, que  poetizam e humanizam espaços públicos de  Maceió. Trabalham a  Dança de Salão em  todas as suas possibilidades: lazer, entretenimento e arte.  Promovem bailinhos, práticas,  bailes, intervenções urbanas, mostras, espetáculos.  Promovem mensalmente o Tango na  Rua, ação gratuita realizada na praia de  Ponta Verde voltada para a divulgação do Tango  em  Maceió, e mensalmente o Jazz na  Rua, ação gratuita voltada para a divulgação das Swing  Dances.

Serviço:
Vals-AR se apresenta quarta-feira, 25 de outubro, no Teatro SESC Jofre Soares, às 19h.
Entrada gratuita

IMPORTANTE:
O espetáculo contará com acessibilidadeÁudio-descrição.
Classificação etária: LIVRE
**As senhas serão entregues com uma hora de antecedência.



ATENÇÃO!!!


A organização do #FESTAL2017 informa que, por motivo de saúde, a apresentação do espetáculo "Dança Anfíbia", que seria realizada nesta segunda-feira 23/10 às 19h, foi cancelada! Em breve divulgaremos nova data!

domingo, 22 de outubro de 2017

Crítica


Crítica sobre o espetáculo REMENDÓ - Cia. Flor do Sertão (Penedo/AL)

por Elizandra Lucca*


Fotografia de Xanda Souza


Como imitar uma onça, alguém sabe? Pergunta um dos atores para a plateia.

E Manoel pulou da cadeira e ficou com o braço erguido por um longo tempo, até ser percebido. Eis que surge o melhor imitador das artes cênicas já visto, entrou pra encenação com a alegria  e verdade que se espera do Teatro Infantil.

“Fui eu que ensinei pra ele!” disse o menino Manoel que via em cena o ator rosnar igual ao tigre tal qual ele tinha ensinado.

 A contação de história está presente na vida de uma criança assim que se sabe que ela começa a ser gerada, e ela vai escutando histórias antes  mesmo de vir ao mundo, antes de respirar sozinha, mas os adultos param de contar, de uma hora para outra. É como se a imaginação, a invenção, o faz de conta acabasse, mas ele não se acaba nunca. 

Remendó, remendar, juntar e costurar histórias nos trouxe como abertura do FESTAL, um espetáculo dinâmico e simples. Em se tratando das histórias contadas são assertivas, elas passeiam por um imaginário sempre presente no consciente lúdico de todos os nós, os bichos, os animais e as plantas imitamos e os reconhecemos logo ao despertar das primeiras palavras, pela imitação. Em se tratando da imagem que o espetáculo nos traz é bem pontual cumprindo seu papel, é como uma grande brincadeira de criança que, independente de ter uma unidade de cor, com qualquer chapéu, saia ou óculos ela pode se transformar em um leão, um rato ou mudar de cor com apenas uma saia. Todos ficam cativados pelas histórias costuradas. 

Fotografia de Xanda Souza

A contação de história tem a potência de abrir caminho para leituras, juntando ela à imaginação daqueles que possuem o espirito de representar imagens aliado a criticidade e a sintonia. É um lugar de encantamento.

 O trabalho dos atores da Cia. Flor do Sertão é honesto e sincero, há de se dizer que as crianças e não só elas que estavam ali presentes se encantaram com as histórias que lhe foram mais que contadas,  vivenciadas. 

 Nunca parar de contar, de inventar e de recontar histórias, manter-se lúdico. O teatro infantil tem essa missão, manter-se inocente e verdadeiro como são as crianças.  Que essas  flores que vieram do sertão até a capital, afim de remendar histórias perante o público continuem,  pois é renovando  e encantando crianças através do teatro, que manteremos ele vivo em novas cenas.


Ficha técnica Remendó:
Anderson França (Ator);
Anny Santos (Vocal);
Claude Michel (Músico);
Emmanuel Silva (Ator);
Jéssica Oliveira (Atriz);
Jorge Luís Júnior (Ator);
Lelly Barbosa (Atriz);
Nanny Silva (Atriz).



*Elizandra Lucca tem formação acadêmica e técnica no curso de artes cênicas, vasta experiência em ministrar aulas. Como artista é atuante nas áreas de interpretação, encenação, dramaturgia e crítica. Hoje como artista faz parte do Núcleo Presente e REKA. (Maceió/AL)


Para conhecer a Revista #Textão acesse:

Revista #Textão nº1:
http://online.fliphtml5.com/eojs/cdhr/

Revista #Textão nº 2:
http://online.fliphtml5.com/eojs/dift/

Revista #Textão nº 3:
http://online.fliphtml5.com/eojs/ujgx/

Divulga FESTAL!

Hoje pela manhã, Wallisson Melquisedec esteve na Rádio Gazeta divulgando a 3ª edição do FESTAL.




Nosso festival está lindo e queremos que você faça parte dessa festa!
#FESTAL2017
Faça parte da festa das Artes Cênicas de Alagoas!

sábado, 21 de outubro de 2017

Divulga FESTAL!

Hoje à tarde, Wallisson Melquisedec esteve no Programa Gazeta Comunidade, da Rádio Gazeta, apresentado por Fernando Palmeira, divulgando a 3ªdição do FESTAL.



O apresentador Fernando Palmeira com Wallisson Melquisedec


Nosso festival está lindo e queremos que você faça parte dessa festa!
#FESTAL2017
Faça parte da festa das Artes Cênicas de Alagoas!